AVISO

A nova política de uso do Google me fodeu legal, agradeçam a ele quando virem o que aconteceu com os posts antigos.

Edição Revisada do Manual 3D&T Alpha

Jambô Editora divulgou já estar disponível a edição revisada do livro básico do sistema 3D&T. O Manual Alpha, escrito por Marcelo Cassaro, contém 144 páginas com correções e conteúdo adicional, tanto na versão impressa quanto em sua versão gratuita em formato PDF.

O Manual 3D&T Alpha pode ser adquirido na Loja Jambô por R$ 22,50 com frete gratuito. Segue abaixo a ilustração da capa e contra-capa da edição revisada e informações sobre o conteúdo do livro:



3D&T • Defensores de Tóquio 3ª Edição é o jogo definitivo para aventuras sobre salvar o mundo, pilotar robôs gigantes e lutar em supertorneios! Nesta edição revisada do Manual 3D&T Alpha você encontra:
  • 55 Vantagens e poderes para seu personagem!
  • 24 Desvantagens (porque ninguém é perfeito…).
  • 35 Vantagens únicas! Alien, Androide, Anjo, Elfo, Meio-Gênio, Vampiro e outras!
  • 187 Magias! Magia Branca, Negra e Elemental!
  • Muito tesouros mágicos! Poções, pergaminhos, armas, armaduras, acessórios e até mechas!
  • Escalas de poder: desde humanos (mais ou menos) normais até gigantes, deuses e além!

Luke Crane, autor de Mouse Guard RPG, escreverá Dark Crystal RPG

Luke Crane, autor de Mouse Guard RPG, escreverá Dark Crystal RPG:
A editora Archaia Entertainment, responsável pela publicação do premiado Mouse Guard RPG, anunciou estar produzindo um RPG baseado na história de Jim Henson, Dark Crystal RPG será escrito por Luke Crane, autor de Mouse Guard RPG.


Segundo informações da editora, também dona dos direitos da comic-book de Dark Crystal, o jogo utilizará como base para suas regras o próprio Mouse Guard RPG, sendo bastante simples e apropriado para todas as idades, embora seja mais recomendável para os mais jovens, com previsão de lançamento para o final de 2012, com possibilidades de ser lançado na próxima Gen Con Indy.




Dark Crystal será lançado como um livro básico de capa-dura, e poderá receber novas versões, como em um conjunto de caixas, semelhante ao recente anúncio da editora Archaia, o Mouse Guard Box-Set."

Nota do Atmo: NÃO! NÃO!!! PELO AMOR DE SHINKI EM ROUPA DE BANHO, NÃO!! ALGUÉM PARE ESSE CARA, POR FAVOR!!!

【C80】 東方 PVD2 - INFINITE WORLD


Leo Tsubaki em Gensokyo - Cap 12


O corpo do ex-humano Leo Tsubaki alimentava o fogo de uma pira funerária improvisada. Sylph estava sentada no chão, abraçando as pernas e com um olhar vazio.
-Desculpe por isso. Não achei que essa missão a abalaria de forma tão radical.
Shikieiki Yamaxanadu aparece por detrás das árvores. Já é noite, e a pira foi feita numa clareira próxima ao local da morte de Tsubaki.
-Passei tanto tempo fingindo que me importava com ele que acabei o amando. – seu olhar vazio continuava.
-É de responsabilidade do Enma gerenciar e manter a ordem no plano espiritual. Essas almas invasoras deveriam ser exterminadas assim que invadiram o plano material de Gensokyo, mas decidi mandar um grupo de Shinigamis observá-los.
-Não quero mais isso.
-Perdão?
-Eu estou me desligando do escritório dos Shinigamis, a partir de agora.
-Não posso dizer que entendo a sua dor, mas você possui responsabilidades e uma posição a zelar. Mas se deseja retornar ao ciclo da vida e da morte, que assim seja.
-Pouco me importa se estou viva ou morta, só quero que essa dor pare. – as lágrimas voltam a escorrer pelo seu rosto.
Uma outra figura surge na clareira; ela está com as roupas sujas de terra e sangue. Sylph corre para a pessoa assim que a reconhece.
-Desculpa Sylph, mas a Kássia... ela...
-O que houve? – a expressão vazia é substituída por tristeza.
Como se uma lâmpada fosse acesa, a empregada chefe da Mansão Escarlate surge diante das duas garotas.
-Fiz o máximo que pude, Luni-san, agora só nos resta esperar que a fúria da senhorita se acalme.
-Do que é que vocês estão falando? Por que ela está suja de sangue? Me responda! – Sylph voltou a chorar, ao mesmo tempo que exige respostas e segura Luni.
-Sakuya-san, nos deixe aqui. Obrigada por tudo.
Com um leve sorriso triste Sakuya deixa as duas e desaparece no tempo. Shikieiki também não está mais na clareira.
-Depois que entardeceu, – começou Luni – tio Olavo e papai sumiram na nossa frente, como se fossem feitos de fumaça. Kássia se desesperou enquanto gritava por tio Olavo, e acabou me atacando. A vampira não teve o menor remorso em pular em cima dela e arrancar tudo de dentro dela. Eu não pude fazer nada... E ai ela tentou me atacar também. Sakuya-san me salvou, de alguma forma, e me trouxe até você.
-Tsubaki morreu também.
-O que?
-Não consegui salvá-lo. O inimigo nos seguiu por um tempo e o atacou quando teve chance. Seu corpo está naquela pira.
Luni olha para a grande fogueira e reconhece algo parecido com um corpo ali. O cheiro de carne queimando finalmente faz sentido em sua cabeça.
-Pelo menos nós estamos juntas, não é, Luni? Eu estou com um pouco de sono...
Antes mesmo de terminar a frase, Sylph desmaia de exaustão no colo de Luni.

Na manhã seguinte, Sylph acorda sozinha na clareira. Nenhum pedaço de madeira queimada e cinzas sobraram da noite anterior. Luni também não parece estar por perto.
-Luni! Cadê você? LUNI!
Sua voz se espalha pela floresta, assustando alguns animais pequenos, mas nenhuma resposta é ouvida. Com certa dificuldade, Sylph se levanta e vai até a Vila Humana. O lugar está cheio de gente; humanos e youkais andam e conversam sem o menor medo um dos outros.
-Sylph-san! O que houve?
Alice estava terminando de arrumar seu mini-palco para a apresentação semanal de bonecas quando viu Sylph, completamente suja, vagando pela Vila. No impulso de ajudar, ela se dirigiu até a garota e abandonou as bonecas que cuidavam da tarefa.
-Alice? Você viu a Luni?
-Não, não vi. Acredito que você esteja com algum problema, pelo estado em que se encontra e pelo tempo que esteve sumida.
-Tempo? Como assim? Tsubaki morreu ontem! Eu até fiz uma pira para cremar o seu corpo!
-Ontem? – Alice parece confusa – Pelo o que sei, isso aconteceu há alguns meses. Na verdade, deve ter sido ano passado...
Sylph cai de joelhos no chão. Alice diz que um ano havia se passado, mas isso não deveria ser possível, ela pensava.
-Um... ano?
-Você deve estar passando mal. Vou te levar até Keine-san, de lá eu posso chamar a doutora e ver o que você tem, certo?
O novo choque fez com que Sylph perdesse a noção da realidade, caindo num mundo ilusório onde não podia ouvir ou ver o que acontecia ao seu redor. Alice realmente a levou para a casa de Kamishirasawa Keine, mas não ousou sair de perto dela.

-Realmente, acho que não há remédio no mundo que possa ajudá-la.
Reisen termina de examinar Sylph, que está dormindo profundamente. Keine não conseguiu encontrar Eirin quando tentou se aproximar de Eientei, mas Reisen decidiu tomar partido e praticar um pouco do que sua mestra havia lhe ensinado.
-Quer dizer que não podemos fazer mais nada a não ser esperar? – perguntou Alice, realmente preocupada com a garota.
-Sim, infelizmente é isso. Diga para a professora, quando ela voltar, que agradeço o voto de confiança que ela depositou em minhas habilidades. Com sua licença...
Reisen se despediu e foi embora. Alice ainda se pergunta o por que de ter ficado até tão tarde para ajudar alguém que mal conhecia. “Talvez ela tenha a resposta”, pensou.

【東方】Indian Thriller Rigid Paradise Touhou MAD


Sessões de Touhou ADV - Episódio 3: 4 Balanças e 1 Funeral!


No primeiro dia de folga, Izumi vai para um bar encher a cara de sake e Katherine decide ir visitar Kourindou. No caminho, Katherine cai (mais uma vez) na armadilha do trio de fadas, e acaba se parando no lago. Porém, Meiko, uma Nekomata, também caiu na armadilha e as duas fazem amizade. Antes mesmo que possam andar, Cirno aparece e as desafia para um duelo de Spell Cards. Meiko utiliza suas Spell Cards de Danmaku e vence o duelo com relativa facilidade, já que Cirno aprendeu a não usar seus poderes de forma tão descuidada como da última vez.
Enquanto isso, Izumi, já bêbada, sai do bar e esbarra em Yuugi, também em estado etílico alterado. Izumi pede ajuda a Yuugi para chegar até Kourindou, e ela aceita. As duas vão cambaleando até a ponte, onde quase caem por causa de pedaços estragados da mesma. Yuugi cai no sono depois de salvar Izumi e Koishi aparece, na esperança de testar um de seus vene- poções em Izumi, que prontamente fica sóbria e foge o mais rápido que pode.
Katherine e Meiko têm uma rápida conversa com Rinnosuke, que informa a possibilidade do Templo Morya estar precisando de ajudantes. As duas se encontram com Izumi quando estão saindo de Kourindou e, juntas, vão para o Templo Morya. No caminho o grupo encontra 4 Bolos de Carne. Os monstros, provavelmente já conhecendo o nível de perigo que Izumi e Katherine apresentavam, se combinam em um único e grande Bolo de Carne. A luta é difícil e rápida, mas Izumi acaba caindo para os ataques furiosos da criatura (resultado do Teste de Morte: 5). Meiko se transforma em gata, que, por algum motivo muito bizarro, é mais forte que sua forma humanóide, e leva o corpo de Izumi até Kourindou. Lá chegando, Reimu observa a cena enquanto toma chá e prontamente afirma que a Salamandra morreu (e dá um gole no chá, completamente indiferente).
Quando Katherine finalmente chega em Kourindou, por ser mais lenta, Orin também aparece com o seu carrinho, no intuito de levar o corpo de Izumi até o Antigo Inferno das Chamas Escaldantes. Meiko e Katherine pegam uma carona e vão até o Palácio dos Espíritos da Terra para saber se Koishi tem realmente algum conhecimento sobre “colocar almas de volta em corpos” como Orin constatou durante a carona.
As duas vão até o quarto de Koishi, que não está lá, e acabam acionando o “sistema de segurança contra intrusos xeretas”, e são enviadas para um lugar parecido com uma caverna subterrânea com uma balança. Meiko resolve facilmente o primeiro enigma e passam para a próxima sala, com outro enigma levemente modificado. Novamente, Meiko o resolve e elas passam para outra sala com outro enigma modificado e passam também. Na próxima, o enigma parece realmente fácil, mas alguma coisa acontece e ele se torna completamente indecifrável, ao mesmo tempo em que a sala se enche de veneno. Katherine desmaia e sua cabeça sai rolando até passar através de uma parede, revelando a saída para Meiko. Elas conseguem fugir do lugar e voltam para o quarto de Koishi, que está observando-as alegremente (como cobaias que sobreviveram a um experimento quase letal).
Koishi diz que realmente sabe de algo, mas que é necessário um item que provavelmente elas deixaram para trás quando exterminaram o Bolo de Carne gigante. As duas voltam para o local e encontram-se com Daiyousei, que diz que uma fada estranha pode ter o item que elas estão atrás, mas que ela se encontra nas proximidades da Mansão do Demônio Escarlate. Sem nenhuma outra opção, a dupla segue caminho, durante uma noite de lua quase cheia, até a Mansão. Porém, elas caem em buracos disfarçados no chão e são atacadas por uma fada enlouquecida, que se intitula Sugar Satelite. Após uma “rápida” luta (os dois jogadores começaram a discutir sobre seus pontos de vista acerca do uso e criação de Spell Cards, e até que foi algo interessante) e dois “duelos de beleza”, Sugar Satelite é derrotada e foge.
Agora, a dupla tentará invadir a Mansão do Demônio Escarlate.

Touhou Fantasy Kaleidoscope -sem voz-


Quero ver tudo!

Ikinari Anata ni Koishiteiru + Update (No DVD Patch)

Google deletou

11eyes 01 ao 12 © HD

11eyes 01 ao 12 © HD: "



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Nome:
11 Eyes HD
Episódio: 01 ao 12
Fansub: PA
Tamanho: 250/300MB
Uploader: Nikaido-Sama

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Não deixem de conferir a area de: HENTAIS SEM CENSURA e HENTAIS CENSURADOS

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Leo Tsubaki em Gensokyo - Cap 11

O fim.
Queria poder passar mais tempo com elas.
Eu fui aceito. Eu fui amado. Sentiram minha falta.
Minha jornada tinha chegado ao fim, mas Sylph continuou seu caminho.
Qual será o passado dela?
Qual será o futuro dela?


-Esta sala pode ser acessada por pessoas de fora, você sabia?
Shikieiki se aproximou de mim. Sua forma mudava a cada passo. Não mudava realmente, apenas a cor de suas roupas e pele se alteravam. As roupas ficaram num tom de cinza. Sua pele perdeu a cor, tornando-se completamente branca. Seus cabelos negros tocavam o chão.
-Se quer sair daqui, é só atrair a garota para cá.
Essa coisa, que não podia ser a Shikieiki, começou a tirar a roupa peça por peça. Era mais como se arrancasse pedaços de sua pele. A única dica de que aquilo era uma fêmea era a sua voz; o corpo grotesco não permitia a ninguém duvidar que sua real natureza era monstruosa.
-Seu amor não é forte? Use-a para ter o que quer, como sempre fez.
Um egoísta, mentiroso e acomodado. Esse era eu em vida. Esse fui eu em Gensokyo. Acho que menti tanto que amava que acabei amando mesmo.
-Engraçado como você, que sempre se vê como o protagonista, não passa de um traidor ridículo. Sua vida acabou. Duas vezes. Patético.
Ela sentiu a minha morte. Ela chorou por mim. Ela se importava comigo. Ela não mentiu para mim. Sylph.
-Oh, o coitadinho está chorando? Quer que eu te faça feliz? Eu não me importo nem um pouco.
-Mas eu sim.
-Falou? – o choque a fez recuar. – Como ousa falar comigo?!
-Posso fazer mais que isso.
Meu corpo retomou o calor de antes, o calor da vida. A coisa se afastou um pouco até tropeçar e cair no chão.
-Tudo o que você procura é o ódio, mas isso não é algo nutritivo.
-AFASTE-SE DE MIM!! ESTOU AVISANDO!! – o medo transbordava de seu mísero ser.
-EU posso te dar algo melhor.
-NÃO! NÃO FALE!! – inutilmente, ela tapou os ouvidos com suas “mãos”.
-Eu... te... perdoo...


O amor sempre vence? O ódio é uma coisa realmente ruim?
Não sei.
Só sei que tenho fé em Sylph. Se nos encontrarmos de novo...

Patchy vs Naruto!


Leo Tsubaki em Gensokyo - Cap 10

Depois de um tempo discutindo, consegui vir com duas cartas.
-Quando eu penso em danmaku, eu imagino as coisas que mais amo no mundo, ze! – dizia Marisa.
Na verdade, acho que ela só me deixou ficar “hospedado” na casa dela por causa da Sylph. Elas conversam bastante quando não estou por perto, e é sempre um assunto animado. Tomara que Marisa não ensine coisas erradas para a Sylph...
-Deixa eu ver as cartas, papai! Deixa!
-Pera, cadê a Marisa? Eu vou mostrar assim que começarmos o duelo.
-EI, LEOOOOO!
Marisa estava chegando com Alice e duas bonecas. Quando se aproximaram mais, vi que as bonecas eram a Shanghai e a Hourai.
-Olá, Tsubaki-san. Meu nome é Alice Margatroid, e essas são Shanghai e Hourai.
-Shanghai! Shanghai! – ela estava com um vestido azul e muito alegre.
-É, oi. – Hourai falou, em seu vestido vermelho e preto.
Uma grande interrogação era a minha face.
-Que foi, papai?
-A... Hourai... falou?
-EU FALO SIM, E DAÍ?? VAI ENCARAR?? – Hourai ficou puta do nada e já puxou uma lança e um escudo.
-Hourai, pare com isso. Eu ouvi que ele nos conhece de livros, não é, Tsubaki-san? – Alice fala, acalmando a Hourai e salvando a minha pele.
-É verdade sim. Não foram só livros, mas posso dizer que vocês se parecem bastante com a imagem mental que eu tinha.
-Vamos começar o duelo, então! – Marisa já se adianta – Alice está aqui pra dar uma de juíza, por causa de seu pequeno ferimento ai. – ela aponta para a faixa na minha coxa direita.
Pensando bem, só vi essa faixa quando acordei e vi Sylph e Marisa conversando; todo o caminho eu nem me preocupei com buraco. Provavelmente, Sakuya mirou numa parte menos irrigada de vasos sanguíneos. E talvez tenha sido a Sylph que limpou o sangue do chão da casa enquanto eu dormia. Que pai adotivo sou eu...
-Ferimento? Vou cuidar disso primeiro. Pronta, Sylph?
-Sim!
Quando eu ia começar a invocação da Einrawer, Sylph faz um movimento com a mão e lá está a espada!
-Papai disse que eu faço parte do poder dele, então fica fácil fazer o que ele faz!
Marisa e Alice estão observando ansiosamente.
-Agora, como eu faço, papai? – Sylph me entrega a Einrawer.
Eu pego uma das esferas verdes, pressiono contra o ferimento e fico novo em folha. Devolvo a Einrawer e, em outro movimento, ela some.
-Interessante, parece mais manipulação espiritual do que magia... – Alice se perde em pensamentos.
-Ei, otaku de bonecas, vai começar o duelo! – Marisa chama a atenção de Alice, que sai de seu mundinho.
Como eu só tinha duas cartas, Marisa só podia usar duas também. Ela já sabia quais seriam as minhas, então me mostrou as dela, talvez pelo jogo justo. Eram Light Sign “Morning Ray” e Magic Sign “Marisa Doll”, que eu nunca ouvi falar. As bonecas se sentaram no telhado da casa, enquanto que Sylph ficou próxima da Alice.
-Só uma pergunta, Marisa. – eu falo – Qual o nível de poder dessas cartas?
-Não se preocupe, são só uns experimentos! E você é quase como o boneco de testes perfeito!
-Quase o caramba, eu posso morrer, esqueceu?!
-Deixa de conversa e comece a esquivar! Light Sign “Morning Ray”!
Vários raios de luz são projetados de esferas amarelas que surgem quase que imediatamente ao redor da Marisa. Sabendo que seria atingido uma hora ou outra, resolvi contraatacar.
-Não vou dar sorte pro azar! Love Sign “Green Fairy”!
Quatro pequenas fadinhas verdes, que pareciam bastante com a Sylph, surgem e ficam dançando ao meu redor, na tentativa de desviar os tiros de mim. Até que funcionou de iníco, mas após 8 acertos eu já estava desprotegido de novo.
-Hora do ataque! Love Sign “Little Devil”!
Duas pequenas fadinhas ruivas de vestido preto, muito parecidas com a Koakuma, surgem e ficam cada uma de um lado atirando danmaku na direção da Marisa. Obviamente, nenhum tiro acerta.
-Boa, Leo! Vamos terminar isso agora! Magic Sign “Marisa Doll”!
Uma garrafa preta com um chapéu de bruxa aparece na frente da Marisa, que pega e arremessa na minha direção. Uma das Little Devil acerta a garrafa, que explode bem na minha cara. Eu caio no chão com o impacto de um dos fragmentos, mas continuo consciente.
-PAPAI! – Sylph vem rapidamente para perto de mim.
-Foi só um arranhão, ainda bem. – Marisa parecia aliviada e desapontada.
-É o que se espera dessa otaku por explosões. – diz Alice – Estou com fome, vamos para minha casa almoçar?
-SIM! – todo mundo confirma, até as bonecas e algumas fadas que se escondiam nas árvores.

-Obrigado pela comida, Alice-san, estava tudo ótimo.
A casa da Alice estava impecavelmente arrumada, como se já estivesse esperando por visitantes a qualquer momento. Tinham várias estantes com bonecas de vários tipos e roupas diferentes, como se fossem figuras de ação. Eu estava agradecendo e ajudando Alice com os pratos, enquanto que Sylph e Marisa conversavam alegremente com Shanghai e Hourai na sala. Foi ai que o tempo fechou.
-Eu sei que nada disso é culpa sua, mas deveria ter mais cuidado. – Alice disse – Vocês não conseguiram perceber as armadilhas que eu tinha colocado na casa da Marisa ontem, e por isso acabaram caindo no sono mais facilmente.
-Uma armadilha? Achei que o estresse que passei em Eientei tinha me desgastado mais do que eu achava. De toda forma, não vamos demorar aqui. Marisa insistiu com as Spell Cards, então não consegui me conter.
-Ela falou que precisava ser algo que você amava, não é? Essas garotas devem ter muita sorte mesmo. Poder se declarar assim em público é algo que nunca me passou pela cabeça.
-Quando você está com alguém que ama realmente, o resto do mundo não importa. Koakuma até fica envergonhada quando faço isso.
-Espero poder sentir isso um dia.
A conversa parou por um momento, até que finalmente entendi a mensagem.
-Tá certo, nós vamos sair da Floresta da Magia essa tarde ainda.
-Na verdade, eu quero que você vá até o Templo Hakurei. Se esperar por lá, o seu problema vai ser resolvido bem mais rápido. Porém, ouvi falar que ele está sozinho agora.
-Sozinho? Ele...
-Exatamente. Agora são vocês três contra um só. De acordo com os rumores, seu problema é impaciente, e não vai medir esforços para acabar com tudo rápido, sem se importar com quem está próximo.
-Obrigado pelas informações.
-Só mais uma coisa, Tsubaki-san.
-O que foi?
-Lembre de dizer para sua filha que a ama. Ela precisa ouvir isso de você.
Nos despidimos e começamos a andar para a Vila Humana. De lá, iríamos para o Templo Hakurei.

Por que as coisas não acabam do jeito que queremos? A vida é tão cruel assim?

Estávamos saindo da Floresta da Magia. Quer dizer, eu nem sei direito onde tínhamos ido parar, só sei que a Vila Humana estava ao alcance de nossos olhos.
Num momento, senti um frio passar pelo meu coração. Tentei falar, mas um líquido quente enchia minha boca.
-PAPAI!
Sylph se virou para mim chocada, e num rápido movimento sacou a Einrawer e saiu de meu campo de visão. Eu não podia fazer nada. Senti meus joelhos tocarem o chão, o sangue escorrendo pelo meu peito. Não consegui olhar para trás, que era de onde tinha vindo o golpe e para onde Sylph sumiu.
Uma forte explosão me arremessou para frente. Cai de lado. Vi Sylph tomada pela fúria cortando um homem armado de uma foice bizarra. O homem cai no chão, banhado no próprio sangue. Ela se aproxima, chorando. Ela se ajoelha e coloca minha cabeça em seu colo.
-Heh, minha filha tem mais segredos que eu...
-Não fale nada, papai, eu posso te curar. – seu olhar sereno misturado às lágrimas me deixaram triste.
-É mais normal que pensa um filho enterrar um pai.
-Eu não vou te enterrar! – seus dentes trincavam.
-Quero passar mais tempo com você.
Ela me abraçou forte, manchando seu belo vestido verde com meu sangue vermelho.
-Eu sempre... sempre... te amei, Sylph...
A escuridão me cegou completamente.
Não ouvia nada.
Não sentia nada.
Então... estava de volta... aquela maldita sala escura... Shikieiki me olhava, admirada.

Videos for Aug 7, 2011

Videos for Aug 7, 2011: "

【邦楽BadApple!!】傷林果



(Nicovideo)


【東方二次創作ゲーム】妖々剣戟夢想 C80体験版



(Nicovideo)

【東方】 『東方PVD2』トレーラー 【C80】



(Site)

【東方】現夢 – うつつのゆめ -【PV】



(Nicovideo)
"

Touhou PV - U.N.Owen was her_ And Then There Were None (spanish subs)


【東方MAD】 「GUN-KATANA」 OP パロ



Tô apanhando feito um puto pra fazer esses videos pegarem no blog agora...

[Touhou] Remirya@Full Moon (legendado português-BR)

Leo Tsubaki em Gensokyo - Cap 9

O Bambuzal é um lugar realmente irritante. Vários coelhos nos guiaram para Eientei, mas não conheço nenhum outro lugar tão úmido e mal-cheiroso quanto aquele. Era provável que a Tewi sabia que chegaríamos, então mandou os coelhos defecarem pelo caminho certo. Não possuo nenhuma evidência nesse momento, então vou deixar passar.
-Cuidado para não se afastarem muito. Se alguém se perder vai ser um saco pra procurar. – diz Reisen, que está guiando o grupo.
Talvez fosse por causa do frio do outono que Reisen usava uma calça comprida e uma jaqueta de mangas longas, daquelas que o pessoal da Europa usa de vez em quando. Os vestidos que Patchouli e Koakuma usam serviam mais para climas frios, como era esse caso. As fadas também não tinham o menor problema. Porém, os três homens do grupo estavam usando roupas mais “descoladas” e menos úteis para essa situação.
-ATCHOOOO!!
-Heh, quem esperava que você fosse espirrar do mesmo jeito de antes, Tsubaki? - Olavo me olhava, tentando segurar o riso.
Eu tremia de frio, parecia mais que alguém me chacoalhava com muita força. Cruzei meus braços e pernas, aproveitando para levitar durante o trajeto. Era realmente algo engraçado de se ver.
-Chegamos. – Reisen para de andar, mas não havia nem sinal da Mansão – Eu preciso avisá-los de que este lugar é uma residência feminina, então façam o favor de segurar seus impulsos enquanto permanecerem aqui, entendido?
Todo mundo se afastou do Tsubasa na mesma hora.
-Ué, que foi que eu fiz?! – ele parecia surpreso. – Mas esses dois são homens também! – ele aponta para Olavo.
-Eu tenho a Koakuma, então nem se preocupem comigo. – eu falo, sem perceber que a deixei corada.
Reisen fala algumas coisas e grande parte do bambuzal se afasta, revelando a grande mansão escondida das alienígenas. Entramos e fomos levados direto para onde Remilia e Sakuya estavam. Remilia parecia deprimida, e era a primeira vez que eu via isso. Após algumas saudações, Patchouli e Sakuya foram conversar sozinhas e eu fiquei com Koakuma e Remilia; o resto do pessoal foi para seus quartos.
-Você não deveria ficar dizendo essas coisas na frente de todo mundo, Leo. – Koakuma estava me dando uma bronca. – Eu gosto de saber que você me ama, mas eu fico muito constrangida com essas suas brincadeiras.
-Desculpa, vou me segurar a partir de hoje.
-Como estava a Mansão Escarlate? – Remilia invade a conversa. – Tinha uma nuvem negra pairando sobre ela?
-Sim, tinha. É algum sistema de segurança?
-Patchouli pode te falar tudo sobre ele, Tsubaki-san, mas agora estou preocupada com Flandre. – Remilia estava quase que sem energias para falar.
Remilia estava sentada na varanda, balançando os pés num movimento monótono. Eu e Koakuma estávamos de pé há uns dois ou três metros de distância. Eu fiz um sinal de cabeça para Koakuma e nos sentamos um de cada lado de Remilia.
-Desculpe por causar tantos problemas, Remilia-sama, – eu falo – mas saiba que irei resolver tudo bem depressa!
-Seria melhor te expulsar da Mansão. – Remilia continuava a encarar o chão.
-Mas Remilia-sama, pode não ter sido culpa do Leo! Outro inimigo pode ter aparecido! Não precisa ser tão extrema!
-Eu disse que ia expulsá-lo, não matá-lo.
-Acho que sei o que fazer. – levantei e fui para frente das duas. Remilia passou a me observar – Se eu encontrar quem fez isso, que com toda a certeza é uma pessoa do seu nível de poder, eu faço questão de passar a luta para Remilia-sama. Eu não tenho tanto poder assim e a senhorita ficaria feliz em ter novamente a chance de quebrar alguém na porrada de novo!
Remilia parecia surpresa. Tudo o que eu disse era verdade, na época, então era a melhor coisa a se fazer. Praticamente, matei dois Youkais com um Danmaku só.
-Quebrar alguém na porrada? – Remilia olhava para o chão de novo, mas era possível perceber um sorriso em seu rosto – Seu modo de falar é engraçado, mas existe muita verdade no que diz.
-ATCHOOO!!! Acho que vou ficar resfriado...
-Como que um Youkai fica doente tão fácil? – Remilia me olhou assustada e logo começou a rir de forma honesta – Hahaha, é verdade, somente eu poderia enfrentar esse vilão! Você é tão fraco que até adoece! Hahaha!
-Magoou...
-Leo, que tal ir para a Onsen? Pode ser que você melhore um pouco!
-Tudo bem Koakuma, eu vou. Pode cuidar da Remilia-sama?
-Claro! – ela sorri pra mim – Vá logo antes que piore!
Comecei a andar para onde deveria estar o resto do pessoal, mas acabei perguntando para uma coelha que cuidava de uma árvore. Ela me olhou assustada, levantando a cesta com frutos na altura do busto quando me aproximei.
-Oi, pode me dizer onde ficam os quartos de hóspedes?
-Err, sim, mas...
-Eu sou Tsubaki. O tarado é o loiro, Tsubasa.
-Sério? – a coelha solta um respiro de alívio e me aponta a direção certa.
-Obrigado!
Logo que me afasto da coelha, um par de olhos vermelhos surge atrás dela. Quando ela menos espera uma voz infantil começa a falar de forma assustadora.
-Confraternizando com o inimigo? – a coelha, que estava acenando para mim, congela de medo. Ela vagarosamente vira a cabeça para trás e respira aliviada quando percebe quem se escondia no escuro.
-Que susto você me deu, Tewi-sama! Eu poderia ter tido um ataque do coração!
-Ai eu te levava para a Eirin que ela te curava em um segundo! – Tewi sai da sombra com as duas mãos entrelaçadas na nuca, como quem está nem ai para nada.
-Melhor morrer do que enfrentar aqueles supositórios da Eirin-sama...
-O que achou dele?
-Hã? Do Tsubaki-san? Ele disse que “o tarado é o loiro”. Talvez seja melhor para a senhorita falar com esse loiro, então.
-Eu duvido. Nanashi tinha cabelo escuro e era japonês, o meu tipo!
-Faça como quiser então, Tewi-sama. Preciso terminar de colher essas frutas e voltar logo para o meu quarto.
-Tudo bem, pode ir.
O que será que Tewi planejava? Quem era Nanashi? Ainda bem que eu não estava por perto naquela hora.
-Eita água quentinha! – Olavo esticava os braços após sentar no chão da Onsen. Tsubasa estava um pouco distante e eu acabara de entrar no lugar.
-Verdade, essas aliens tiveram muita sorte de achar esse lugar! – Tsubasa coçava as costas com um esfregão.
Terminei de me trocar e logo estava sentado naquela Onsen incrível. Alguns coelhos passeavam pelo lugar, e tinha até um nadando de costas perto de mim.
-Mas fala a verdade Tsubasa – Olavo falou – tu pegou mesmo a Suika?
-Claro que sim! Mas foi um tanto estranho, sabem? Eu estava lá no festival e a percebi quase caindo de bêbada. Me aproximei com algumas outras bebidas e ela logo desmaiou. Yuugi-san me pediu para deixá-la no Templo Hakurei e voltar logo para o festival. Uma coisa levou a outra...
-Ou seja, tu colocou uma bêbada na mala do carro e saiu voando pro motel? Essa é a tua história? Qualquer um faz isso no Mundo Externo!
-Qualquer um nada! – eu logo me defendia – Eu nunca fiz nada do tipo! Sou um cara que respeita as mulheres acima de tudo!
Os dois me olham e viram a cara, segurando o riso.
-Que foi?! Por que os risos abafados?
-Tu quer dizer que só perdeu a virgindade quando pegou a Succubus-san? – Olavo estava quase chorando de rir.
-Nem vem, eu a perdi muito antes de conhecer a Koakuma. Falando nisso, como que tu pegou a Suwako? Precisou embebedar ela também?
-Não, na verdade nem precisei fazer muito esforço. Quando eu cheguei, cai perto dela em algum lugar da montanha, perto de onde tinha uma lagoa de sapos. Joguei um papo qualquer e a peguei alguns dias depois.
-Pff, mas que historinha! – eu apontava pro Olavo e ria alto – Hahahaha! Sério mesmo que eu vou acreditar nisso? – Tsubasa também ria alto.
Olavo nos olhava irritado, até que percebeu algo nadando perto dele e apontou. Eu vi um par de orelhas de coelho, que poderiam pertencer a aquele que eu vi antes. Sem pensar muito, Olavo puxou as orelhas e lá estava a Tewi com uma roupa de natação, daquelas japonesas, escrito “Inaba” naquele quadrado branco do tórax. Ela não parecia intimidada com o trio masculino.
-Fui pega...
-Tá fazendo o que aqui, coelha travessa? – Olavo estava puto.
-Ué, errei o caminho e vim parar aqui, normal.
-Deixa de conversa! Diz logo o que tu quer!
-Ele. – Tewi apontou para Tsubasa, que estava “excitado” com a pequena Tewi naquela roupa.
-Olha a hora! Tenho que ir! – pulei fora da Onsen e fui me secar e trocar o mais rápido que pude, deixando a cena rolar.
-Tu tá de brincadeira com a minha cara? – Olavo está cara-a-cara com a Tewi, ainda segurando suas orelhas. – Por que tu ia querer algo com ele?
-Não é da sua conta. E que tal me soltar agora?
Olavo solta a Tewi de vez, espalhando água até no teto. Ele sai e vai se trocar, ao mesmo tempo que eu saio da sala.

Algumas horas depois, Eirin informa que a situação da Flandre é estranha, mas estável. Em algum tempo seus poderes vampíricos retornarão, mas, até lá, ela será uma humana normal. Remilia senta no chão, com um olhar de alivio e medo. Ficou decidido que deveríamos retornar para a Mansão o mais cedo possível.
-Tsubaki-san, preciso falar com você em particular.
Patchouli me leva a um lugar mais afastado do grupo.
-O que foi?
-Quero que deixe a Koakuma e saia da Mansão. Não esqueça das duas crianças também.
Me senti como se fosse descartado. Como ela consegue ser tão fria? Mesmo assim...
-Eu sei que você não quer ver suas amigas sofrendo, mas não adianta colocar todas as suas frustações em mim!
-As coisas estavam bem até que vocês apareceram. Não digo que o tempo que passou conosco foi ruim, pelo contrário, até agradeço pelo que fez por ela, mas a hora de partir chegou.
-Eu não sei o que dizer...
-Não diga, faça.
Mal terminou a frase e já estava se afastando de mim. Sem pensar direito, eu agarro seu braço e grito, desesperado.
-O que você quer de mim afinal?
Patchouli me olha friamente.
-Quero que desapareça. Isso não já ficou claro para você?
Eu me deixo cair no chão. A queda foi de tão mal jeito que Koakuma veio correndo ver se eu tinha me ferido.
-Leo, tenha cuidado! Está sentindo alguma dor?
-Eu... não...
Sempre achei que essa hora não chegaria nunca, que haveria um meio de recuperar minha alma antes que isso acontecesse e tudo acabaria bem.
-Eu não sinto minhas pernas a um bom tempo, Koakuma. – digo, me sentando no chão – Desculpe por te preocupar tanto, mas nem sei porque consigo andar e comer mais. Só sinto meu coração batendo, mais nada.
A cena teria sido romântica se não fosse por tudo o que aconteceu até agora.
-Sério? – Sakuya prepara uma faca – E se eu fizer isso?
A faca arremessada me atinge na coxa direita, enquanto me levanto. Como se fosse uma farpa, eu a arranco e jogo no chão. O sangue saindo e a carne exposta estão bem presentes, mas a dor não. A única coisa que posso fazer é sorrir para Sakuya.
-Desculpe desapontá-la, mas é verdade. Me sinto mais como um zumbi. Na verdade, devo ser mesmo um monstro.
Koakuma está aterrorizada. O Leo Tsubaki que ela conhecia não diria uma coisa dessas com um sorriso tão honesto e triste no rosto.
-Leo, você não é um monstro. – ela tenta falar – Eu mesma sou um demônio, então não faz mal estarmos juntos, né?
-Eu queria ter mais tempo pra saber. – eu falo sem sequer olhar para Koakuma – Sylph, vamos embora.
Eu e Sylph saímos de Eientei andando. No caminho, eu avisto um garoto com orelhas de coelho e cabelo preto. Sua roupa branca denuncia que ele é de Eientei.
-O senhor vai sair do bambuzal? – pergunta o garoto.
-Sim, eu e minha... Sylph?
Ela estava chorando, silenciosamente.
-Por que, papai? Por que deixamos todo mundo?
-Eu falo no caminho. Pode nos mostrar a saída, pequeno coelho?
-Tá. – ele se vira e começa a andar.
-Eu achei que ficaríamos mais tempo por lá, verdade. Nem sei o que falar pra você...
-Diga a verdade. Luni, Kassi e todo mundo ficou pra trás. Eu não quero me separar delas!
Eu quero abraçá-la, mas talvez as coisas só piorassem. Tenho medo de ficar sozinho agora.
-Acho que a Kirisame-san pode nos abrigar. Se ela não estiver em casa, entramos mesmo assim, que tal?
-Hehe, pode ser. – ela limpa as lágrimas e sorri. – Eu posso fazer uma coisa, papai?
-O que?
Sem esperar a resposta, Sylph me abraça enquanto andamos. Por um momento, achei que tinha conseguido sentir seu carinho, mas acho que posso ter me enganado.
-Chegamos. Se quiser ir pra casa daquela preta-e-branca, é só seguir pra lá. Boa sorte!
-Obrigado, pequeno coelho.
-Meu nome é Ruri!
-Sim, obrigado Ruri.
Nós dois acenamos para o coelho quando nos afastamos bastante. A direção que ele apontou nos obrigou a andar até amanhecer. Por alguma sorte ou ironia do destino, foi relativamente fácil achar aquela casa velha e cheia de vinhas crescendo pelas paredes, com a placa “Loja Mágica da Kirisame” pendurada na frente.
-Não sinto magia alguma por perto, papai. Será que é aqui mesmo?
-Olha o nome da loja! Com certeza ela deve ter camuflado melhor seus feitiços de alarme, ou nem isso...
Coloquei a mão na maçaneta e fechei os olhos, esperando um barulho ou explosão. Nada aconteceu. A porta estava destrancada, então entramos na casa. Bem, parecia mais um depósito do que uma casa, mas entramos assim mesmo.
-Tem alguém ai? – falei bem alto, assustando a Sylph.
Sem resposta.
-Vamos nos ajeitar em qualquer lugar que logo ela chega.
Eu fiquei em algum lugar do chão, enquanto que a Sylph não fez cerimônia e foi dormir na cama da Marisa. Eu estava tão cansado que nem precisei esperar o sono chegar.

-...ai eu peguei a vassoura e dei nele na cabeça!
-Hahahaha, como você consegue, Kirisame-san?
Acordo com as duas rindo e terminando de tomar o café da manhã. Quando me levanto, percebo que tem um cobertor me cobrindo.
-Acordou, invasor? Sabe que vai ter que pagar, não é?
-E as coisas que você “pegou emprestado”, vai devolver quando?
-Não peguei nada emprestado seu, ze. – Marisa fala, palitando os dentes. – Mas não mude de assunto, por que você vai pagar com um duelo de danmaku!
-Eu não tenho Spell Cards...
-Nossa, vocês não tem salvação mesmo. Eu tenho umas em branco aqui, vou te ensinar como fazer e ai temos o duelo, certo?
-Tá, eu aceito.
Tinha como recusar uma oferta dessas?

[東方] 犬(=咲夜)へのご褒美 / Reward to the dog [Touhou PV] (English subs)

O que é Touhou?

Video traduzido pelo Chaosreyd.

Leo Tsubaki em Gensokyo - Cap 8

Havia uma sombra escura sobre a Mansão Escarlate. Nós não sabíamos o que esperar, então apertamos o passo. O portão de entrada externa estava fechado e Meiling o guardava. Acho que preciso explicar umas coisas sobre essa Hong Meiling: ela é extremamente sacana. Por mais sensual que seu vestido, saltos e atitudes pudessem ser, ninguém que eu conheço aqui se aproximaria dela com primeiras ou segundas intenções. Era como se ela emitisse uma aura maligna. Talvez fosse exagero meu, mas, com um pouco mais de um mês de vivência nesta Mansão eu aprendi que Meiling NUNCA está para brincadeira.
-Vocês não podem entrar. – Meiling diz, com aquele sorriso malicioso característico.
-Qual o problema agora? – eu perguntei, já esperando o pior.
-Flandre-sama foi atacada por um inimigo de vocês. – todos nós ficamos paralisados – Remilia-sama e Sakuya-sama a levaram para Eientei na esperança de encontrar alguma cura, mas a situação dela provavelmente é irreversível.
Naquele momento eu fiquei assustado e enojado. Assustado com a possibilidade de alguém conseguir ferir tão terrivelmente aquela garota, que me assustava sempre que tinha a chance. Enojado pela Meiling, que mesmo falando esse tipo de coisa continuava a mostrar aquele sorriso malicioso. O que houve com aquela Meiling agradável dos jogos e doujins?
-Não precisa de tanto drama, Meiling-san.
Patchouli pousou a alguns metros de nós. Estava com seu vestido rosa característico e com um livro grosso de magias.
-Patchouli-sama, isso é verdade? – Koakuma correu para perto de sua mestra.
-Não é tão grave assim como a Drama-san falou, – Patchouli dá uma olhada de reprovação para Meiling, que retribui mostrando a língua – mas, ainda assim precisamos ter calma. Explico no caminho para Eientei.
A viagem foi silenciosa. A atmosfera estava tensa demais pro meu lado; até mesmo Koakuma me deixou para ficar perto de Patchouli. Sylph se aproxima de mim.
-Papai, o que vamos fazer? Onde vamos morar se nos expulsarem de lá?
-Eu não sei mesmo Sylph... O que houve com Luni, vocês não estavam ficando amigas?
-Tio Olavo mandou a gente ficar perto de nossos papais. Parece que tem alguém nos seguindo.
-ATCHOOO!!! – dei um belo de um espirro falso, aproveitando para checar se alguém nos seguia mesmo.
-Você tá bem papai? – Sylph se assustou de verdade – Eu te carrego se não estiver se sentido bem!
-Não, acho que é só um resfriado passageiro. Mas vamos ficar juntos, o tempo pode mudar a qualquer hora.
Seguindo minha instrução ao pé da letra, Sylph me abraçou e continuamos a viagem assim. Ela estava tão feliz com isso que fiquei quieto, acho que ela gosta mesmo de mim.
-Papai, – ela diz – Luni disse que o papai dela costuma fazer “aquelas coisas” com ela. Você faria comigo também?
-“Aquelas coisas”? Do que você está falando?
-Sabe, aquelas que você fez com a Koakuma-san...
Quase engasguei nesse momento.
-Hein?! Ele fez aquilo com a Luni? E ela gostou? Ele não a ameaçou nem nada?
-Não sei direito, mas ele pediu e ela concordou. Mas Luni também disse que o papai dela fez “aquelas coisas” com outras garotas também.
-Espera um momento, acho que o Olavo vai gostar de ouvir isso. OLAVO! – dei um belo grito, assustando todo mundo – VEM AQUI, RÁPIDO! PODE CONTINUAR NA FRENTE, PATCHOULI-SAMA!!
Estávamos bem longe um do outro, então eu precisei gritar. Sem falar que quem quer que estivesse nos seguindo também teria se assustado com essa reação minha.
-Que foi cara, qual o problema?
-Conta agora Sylph, com quem mais o Tsubasa dormiu, além da Luni?
-Ele deu uns pega na Luni? – Olavo e suas gírias...
-Ah, teve um dia que ele passou no Templo Hakurei, pela noite, e “dormiu” com a Oni-san. Era um festival ou algo assim, nem lembro direito o que Luni disse...
Eu e Olavo nos olhamos.
-Aquele maldito, – diz Olavo – pegou a Suika ANTES DE MIM! Ele me paga!
-Que tipo de valores são esses? – eu tinha uma bela interrogação na cabeça agora.
-E teve outra também, acho que morava em Eientei... humm... uma coelha pequena, Luni disse.
-Isso é coisa de Pedobear! – eu estava ficando receoso em deixar a Sylph andar perto do Tsubasa de novo, já que ele fez sexo com uma lolita e uma pirralha. Se bem que elas são bem velhas, mas eu ainda tenho os meus princípios!
-Eu vou me vingar dele, vocês vão ver! – Olavo tinha o fogo de determinação nos olhos.
-Vai me dizer que você também queria pegar elas?
-Mas é lógico! Estamos em Gensokyo, meu véio, tudo pode acontecer!
-Então você está me dizendo que desde que chegou esteve no zero a zero?
-Nem vem, peguei uma sim! – Olavo parecia orgulhoso. – Foi a Suwako!
-Inacreditável... vocês conseguiram perverter grande parte das garotas de Gensokyo... Se bem que cada um tem seu gosto.
-Mas você ainda não disse se vai me pegar também, papai. – Sylph diz do nada.
-NÃO! Eu te amo como um pai, Sylph, mesmo te conhecendo há pouco tempo eu percebi que você é uma boa garota. Eu não faria isso com minha própria filha!
-Tá bem... – ela parece desapontada, mas continua me abraçando.
 Eu olhei para a Gnome, que até agora não tinha mostrado sua forma de fada.
-Ah, nem vem Tsubaki, – Olavo se apressa – ela não vai se mostrar tão fácil assim.
Para nossa surpresa, Gnome se afasta de Olavo e começa a brilhar forte. No momento seguinte, lá estava uma garota por volta dos 15 anos, de cabelo castanho escuro e roupas casuais: uma calça jeans marrom e uma camiseta branca por baixo de uma jaqueta de couro. Esse visual não condizia com a cara de Hikkikomori que ela fazia, mas foi o que vi.
-Eu já disse pra você parar de me chamar assim, Olavo. Eu odeio esse nome. – Gnome parecia uma adolescente rebelde. – E não, Tsubaki-san, ele não fez sexo comigo e nem vai fazer!
Acho que aquele cabelo curto, os seios pouco volumosos e os pés descalços pioravam a imagem de rebelde que ela tinha. Luni se aproximou de nós nesse momento.
-Nossa, como você é bonita, Gnome! – Luni diz de forma honesta.
-Err, obrigado... Você também não é de se jogar fora... – Gnome ficou envergonhada.
-Sinto cheiro de casal Yuri... – falo baixinho. – Gnome! – ela olha pra mim – Qual nome você gostaria de ter agora?
-Eu gosto de Kassia. – ela fala com entusiasmo, que acaba contagiando Sylph e Luni.
-Nossa, é muito bonito! Eu gostei também! – as três começam a conversar animadas um pouco distante de Olavo e eu.
-Mas, e agora? Se eu for expulso da Mansão Escarlate, o que vão fazer com Salamander e Undine? – imagens das duas sendo usadas como experimentos da Patchouli e trabalhando como escravas para Sakuya me vêm na hora.
-Acho que elas podem decidir sozinhas, não é? – Olavo é um pouco otimista. – Mas não pense muito nisso, porque estamos indo para Eientei! Lembra que lá tem umas fontes termais pra homens? Podemos nos vingar do Tsubasa lá mesmo!
-Nós quem, cara pálida? A vingança é só sua, não me meta em seus planos furados!
A viagem prossegue sem problemas. O mais estranho é que eu realmente senti que tinha alguém nos seguindo, mas era uma presença tão fraca que decidi ignorar. Tomara que não tenha sido nada demais.