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A nova política de uso do Google me fodeu legal, agradeçam a ele quando virem o que aconteceu com os posts antigos.

Sou uma Shinigami - Capítulo 0.5

Capítulo 0.5 - Antes de tudo



Yuki Konpaku era uma garota normal, estudiosa e reservada. Sua vida era simples e cômoda, nunca precisou de mais do que poderia consumir e também nunca se importou em procurar coisas que pudessem lhe trazer males, como drogas ou vícios a longo prazo (MMOs). Ela tinha uma meia-irmã mais nova fruto de um relacionamento conturbado entre seu pai e a segunda esposa, ex-secretária dele. A garotinha de dez anos não parava de fazer bagunça, gritar, exigir coisas e ser um porre na ausência dos pais, mas era uma verdadeira santa quando eles estavam em casa, coisa que raramente acontecia; isso deixava Yuki com raiva de todos, até mesmo de quem não tinha nada a ver com isso.
- Um dia vou me livrar dessa peste...
 Esse dia acabou chegando, mas não sem uma tragédia de brinde. Quando voltava do colégio, tarde da noite, Yuki viu que seus pais não haviam retornado para casa e deixaram um aviso em sua caixa de emails de que iriam voltar apenas no final de semana, e aquela era uma quarta-feira. A garota aproveitou a chance, pegou sua mochila, encheu de roupas limpas e foi para a estação de metro, seguindo para Akihabara e deliciando-se com as várias compras que fazia; ela não estava preocupada com o que fosse acontecer com sua meia-irmã. Yuki só voltou na madrugada de quinta para sexta, correu para seu quarto e começou uma violenta maratona de animes, jogos e afins.
Por volta das dez da noite, Yuki notara que sua meia-irmã não a infernizara por todo esse tempo, e achou estranho. Ela foi até o quarto da menina saber o que poderia estar acontecendo e se deparou com uma cena chocante: um grande ser que lembrava um dragão humanóide de pedra estava ajoelhado no chão com seu membro ereto, e a meia-irmã de Yuki forçava seu corpo contra ele, indo o mais fundo que podia. Era possível ver um volume se formando na barriga da menina a cada vez que ela chegava ao seu limite. O monstro logo nota Yuki paralisada de medo na porta e a puxa para dentro, atirando-a contra a outra parede e desacordando-a. Horas depois, Yuki abre os olhos e vê que a relação entre sua meia-irmã e o monstro estava mais íntima: a menina era segura pelo monstro pela cintura, aquele usava as duas mãos para forçar seu membro para dentro dela, que gemia de prazer e excitação a cada nova estocada. O chão, cama e parte inferior do corpo da menina estavam cobertos por um líquido branco leitoso e fedorento. Yuki não tem muito tempo para analisar mais pois o monstro, mais uma vez, joga sua semente dentro da menina, urrando de prazer com o orgasmo e largando-a no chão, soltando mais e mais semên em cima dela. Só agora era possível notar a grande barriga que a menina portava, como se estivesse grávida.
- Eu... tenho que sair daqui!
Motivada pelo medo de morrer e de que coisas piores acontecessem com seu corpo, Yuki usa todas as forças que encontra para levantar e correr pela porta do quarto. Infelizmente, para um humano comum, as garras de um monstro daquele são letais, do tipo que cortariam pela metade o corpo de uma vítima; e foi isso que aconteceu. Yuki não teve tempo de pensar muito depois daquilo, já estava no chão, suja do próprio sangue que fugia de seu corpo pelos grandes rasgos feitos pelas unhas afiadas do monstro. Sua visão escurece e ela abraça sem hesitar.
- Vai desistir assim? Vai deixar essa merda marrom te matar desse jeito?
Ela escuta uma voz indistinta, não dava para saber se era homem ou mulher.
- Eu não tenho outra escolha. - Ela suplicou. - Sou uma garota preguiçosa e arrogante, nã--
- Levante e lute. Agora. Vamos, levanta logo.
- Hã?
- LEVANTA E MATA ESSA MERDA DE MONSTRO!
Yuki sente uma determinação alienígena tomar conta de seu corpo, algo a dava forças para levantar e estraçalhar aquela fera de outro mundo que tentou matá-la e que cometeu um ato tão abominável com sua meia-irmã. Do ponto de vista de quem olhava, a garota cortada ao meio e com os intestinos espalhados pelo chão se levantava, regenerando-se e mudando a cor do cabelo da raíz até as pontas, tornando-se branco. Um vestido azul também surge e a envolve, dando proteção, e uma katana simples se forma à sua frente, sendo prontamente empunhada e usada para cortar as asas e braços do monstro com quatro golpes certeiros e velozes. A coisa urra de dor, sem conseguir se levantar direito por causa da altura do teto e sem poder fugir pela porta, a qual continuava pequena demais para seu corpo avantajado. Yuki o olhava com ferocidade, pronta para cortar a parte que faltava, a parte que impregnara sua meia-irmã... Ela o cortou com tanto gosto, e depois fatiou o resto do monstro com tanta vontade que o quarto parecia ter sido palco de uma bomba de carne e fedor.
As memórias de Yuki estão completamente embaçadas a partir daí, e o que ela lembra é um pouco mais confuso do que ela consegue deduzir. Seus parentes não lembram dela, sequer moram mais na mesma cidade, e ela mora no mesmo lugar, ainda frequenta o mesmo colégio. O antigo quarto de sua meia-irmã está agora selado por dentro e por fora, ela não sabe se foi ela quem o fez.
- Cadete Konpaku, temos uma nova missão para você.
- Sim, estou a caminho.
Atualmente, ela serve a Soul Society e trabalha em conjunto com uma sacerdotisa e uma bruxa. Seu futuro é certo: lutas e mais lutas. Sua vontade não é a de ter uma vida normal, mas a de punir qualquer transgressor de sua vontade com seu poder. O dono daquela voz ainda é desconhecido, mas ela o sente por perto, sabe que ele está disposto a ajudá-la por qualquer que seja o motivo.

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