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A nova política de uso do Google me fodeu legal, agradeçam a ele quando virem o que aconteceu com os posts antigos.

Lillia - Entre a floresta e os goblins



Um conto passado em Erthys para divertir a noite de todos nós. Atenção: mesmo que ela pareça muito jovem, lembre-se que ela é uma elfa e tem Vantagens que mantém a idade que ela preferir até o fim da vida dela.


A noite caiu bem rápido naquele dia. Lillia se apressava a voltar para a cidade mais próxima, Penmaenm,  quando começa a se sentir um pouco estranha. Tinha acabado de voltar de uma missão para exterminar Goblins Servins, do tipo pequeno, amarelo e gordo, quando sentia a visão obscurecer aos poucos.
- Será que me envenenaram? - Coloca a mão na testa, atestando que suava frio.
A pequena elfa não tinha mais do que um metro e setenta, lembrava uma garotinha por volta dos quinze anos e adorava andar mostrando os pequenos seios por ai. Levava bronca da guarda de Penmaenm sempre que aparecia desse jeito, o que a obrigava a andar com roupas extras em sua mochila de viagem. Verdade seja dita, mas ela sempre foi uma garota de pouca noção quanto a vestimentas, achando que quanto mais roupas menos liberdade teria para agir. O corpo dela é perfeito, sem rugas ou celulite, do tipo que alguém que gosta de garotas mais novas não resistiria em “provar” em algum momento de suas vidas.
- Se isso aconteceu mesmo, pode ser que estejam me seguindo...
Ela apertava o passo, queria chegar ainda mais rápido em Penmaenm e evitar de ser capturada pelos Goblins e servida como jantar naquela noite; ainda mais de que destruir os suprimentos e as poucas fazendas que a toca deles possuía. Se a perseguiam como uma forma de tentar se vingar pelo o que houve, ainda mais depois que ela se separou dos outros companheiros do grupo apenas para fazer isso...
- Não... aguento...
Mais alguns passos e ela não suportava mais o peso do próprio corpo, ajoelhando-se no chão e tentando se apoiar em sua espada larga. Logo, alguns arbustos próximos começam a se mexer e três pequenos Goblins cinzentos saem de seu esconderijo. Não eram do mesmo tipo dos Servins de antes, então eles deveriam estar atrás de outra coisa.
- Funcionou de novo! - Exclamava um dos Goblins. - Essa erva é mesmo uma maravilha, haha!
- Sim sim, ainda mais depois que misturamos com aquele veneno do outro dia. Essa ai vai morrer em duas horas, melhor aproveitarmos o tempo que resta!
Logo, os três pulam em cima da garota e a chutam para o chão, derrubando-a e logo tocando suas partes íntimas com aqueles dedinhos finos. Ela geme de desgosto, sendo a única coisa que pode fazer no momento. A espada de Lillia continua cravada no chão, e ela continuava sem forças para se defender. Os goblins aproveitavam a falta de roupas da elfa para tocar sua intimidade e os pequenos seios com vontade, um chega a chupar o mamilo direito com força, quase o engolia.
- Terminem logo com isso, quero ir pra casa ainda hoje... - Lillia reclamava, sem poder lutar contra o veneno.
- É surda, garota? - Brada um dos goblins. - O veneno que colocamos na mistura vai te matar em algumas horas! Não tem medo da morte!?
- Sou uma guerreira de linha de frente, o que acha? E não, veneno não tem como me afetar; recebi bençãos que me protegem contra isso.
O trio se entrolha, fascinado, e logo retorna aos seus afazeres. O que estava perto das pernas da garota tratou de colocar seu duro membro dentro da intimidade da garota sem avisar ou pedir permissão, indo até o fundo. Eles podiam ser pequenos, mas aqueles membros pareciam de seres humanos adultos.
- Ah, não é virgem, que pena... - Suspira o goblin.
Lillia apenas podia sentir aqueles membros usando seu corpo como um brinquedo, e por causa da ação do afrodisíaco seus gemidos de dor passavam a ser de prazer. Os dedos de suas mãos reagiam fracamente às estocadas, abrindo e fechando de leve para acompanhar o ritmo. O que chupava seus mamilos o fazia com mais força e vontade, parecia um desentupidor ou aspirador de pó no máximo. O último se apressa a colocar o membro para fora da tanga e o coloca na frente do rosto da garota, esfregando-o de leve.
- E ai, vai querer me ajudar aqui? - Dizia o goblin, atiçando mais a coitada.
Lambendo os lábios, Lillia sussurra um ‘sim’ e logo sente o membro do goblin em sua boca e garganta, que segura a cabeça dela com as mãozinhas pequenas e faz movimentos contínuos para trás e para frente, já que ela não podia se mexer. De início, o afrodisíaco estava fazendo o efeito esperado, assim como o veneno paralisante, mas logo depois de dois minutos Lillia sente os movimentos do corpo voltando, assim como sua força. Porém, ela achou melhor continuar ali; os goblins só pareciam estar atrás de sexo, e não pretendiam feri-la. Ela chupava o membro do goblin com quase a mesma intensidade do que o fazia com seus mamilos.
- Não aguento mais! - Dizia o que estava perto do rosto de Lillia.
- Eu também não! - Falam os outros dois.
Lillia sente seu corpo sendo preenchido pelo esperma de dois dos goblins, enquanto que o terceiro goza no busto dela. Ela bebe o líquido e continua fingindo que está paralisada, mostrando uma cara de cansaço e satisfação.
- Ah, acho que agora podemos ir...
- Sim, deixa ela ai pros outros.
Lillia abre os olhos, surpresa.
- Outros? - Ela pergunta.
Como que atraídos pela súbita mudança de humor da garota, dezenas de goblins cinzentos e pequenos saem de dentro dos arbustos e de trás das árvores, pulam em Lillia e se agarram ao seu corpo. A cena poderia ser descrita como uma “orgia de uma garota só”. Eles aproveitam cada região do corpo da elfa, explorando-a com seus membros avantajados, não poupando nem o cabelo ou os pés. Eles testam a elasticidade da vagina da garota ao fazer várias duplas penetrações, para inicial surpresa e posterior prazer de Lillia.
No fim, eles vão embora após leva-la para perto de uma das muralhas da cidade, suja de terra e outros líquidos, protegida por um cobertor. Ela estava completamente exausta, satisfeita e sonolenta, após quase duas horas de relações. Sua barriga estava cheia de esperma, até fazia um volume que dava para ver de longe, e seu intestino também fora recheado do líquido, não conseguindo reter o excesso e vazando a todo instante, sujando pernas, chão e cobertor. Aquela experiência a lembrava de quando teve sua virgindade tomada por um monstro com tentáculos, e teve sua primeira gravidez, mas isso é uma história para outro dia. Após descansar e conseguir se pôr em pé, Lillia vai até a fonte de água mais próxima para lavar o excesso e segue para a cidade, protegida pelo cobertor e em direção à sua casa. Agora ela cogitava a possibilidade ou de voltar lá ou de capturar alguns daqueles goblins e vendê-los por um bom preço...

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