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A nova política de uso do Google me fodeu legal, agradeçam a ele quando virem o que aconteceu com os posts antigos.

Noriko Asuka - Oral Bet


Não só de aventuras felizes vive a Asuka... :) E sim, é a mesma daquela ficha.


Aquele não parecia ser um bom dia para a kitsune. Após ter fugido de mais perseguidores de sua antiga escola e se embrenhado numa floresta desconhecida, a garota corre e dá de cara com um caçador que parecia muito suspeito. Ele, porém, decide tomar as dores da garota e a ajuda a se esconder, aproveitando para lutar contra os perseguidores e evitar que eles ferissem Asuka ainda mais do que ela já estava ferida; ela tinha braços, pernas e a região esquerda do abdome feridas seriamente.
- Certo, esse foi o último. - Limpando o sangue em sua espada, o homem volta para o esconderijo em que Asuka se encontrava. - Falando nisso, meu nome é Alter, qual o seu?
- Asuka. Obrigada por me ajudar. - Ela se levanta, segurando o abdome com a mão direita. - O que quer em troca?
A garota só esperava que ele pedisse por dinheiro ou algum bem físico, mas ela estava enganada.
- Sabe o que é oral? Fellatio?
A raiva volta com força, mas ela não tinha como se defender naquele momento. Durante a luta, ela percebeu que ele estava num nível parecido com o dela, mas a desvantagem atual de ter sido cercada e atacada do nada pelos perseguidores iria colocar tudo a perder.
- ...sim, eu sei o que são essas coisas. - Responde Asuka, amargamente.
- Certo, então já sabe o que eu quero. - Alter sorri, embainhando sua espada e ajeitando a calça.
- Espera, quer fazer isso aqui?
- Tem frescura com isso também, é? Haha, você vai tentar fugir assim que eu der mole, então sim, quero aqui mesmo. De toda forma, é só um passatempo, não vou te matar por negar isso. - Ele tira um pequeno frasco do bolso direito de sua mochila, Asuka reconhece como sendo uma Vita Menor. - Eu te dou assim que terminarmos, prometo.
Sem outra opção, Asuka se ajoelha no chão e passa um pano em seu ferimento do abdome, para reduzir a dor. Alter já estava preparado, soltando a fivela de sua calça e mostrando suas pernas e membro “prontos para a ação”. Asuka se assusta com o ato, não com o tamanho, e apenas espera pela aproximação dele.
- Que foi, tá com medo?
- Já vi maiores... - Asuka dá uma zoada, deixando Alter irritado.
- Sim sim, o do seu pai, com certeza.
Indignada, Asuka abre a boca para falar e é surpreendida pelo membro de Alter a invadindo com tudo, meio-mole e comprido o suficiente para ocupar o espaço em sua garganta com facilidade. Ele tira e a vê tossir um pouco, surpresa com o que houve.
- Olha, melhor que não briguemos. Essa tem que ser uma experiência saudável e legal, e não uma obrigação de quem foi salva para com seu salvador.
- Certo, vou me concentrar... nisso.
Um pouco tímida, ela toca no membro pulsante. Deveria ter por volta de 13 centímetros, mas estava bem usado. Tinha um cheiro parecido com o de um afrodisíaco forte que ela já teve o desprazer de conhecer, e ela fica na defensiva, afastando-o de perto.
- Você está querendo me enganar, não é? Vai, chama logo os teus amigos e me estuprem de uma vez.
Atônito, Alter responde a garota com sinceridade.
- Acho que está me tomando por um dos seus inimigos, o que não sou. Pode olhar lá, matei todo mundo e nem fiz questão de pilhar seus corpos. Se quiser que eu corte as cabeças para te provar isso...
Ela confirma com a cabeça e se senta sobre as próprias pernas. Suspirando com a péssima ideia que deu, “mais uma”, Alter levanta as calças, ajeita a fivela, vira-se desembainhando a espada e vai até os corpos, esmagando ou atravessando os crânios com sua lâmina. Asuka esperava por ele e o observava ali mesmo; o afrodisíaco tinha começado a fazer efeito e não tinha como ela fugir mais sem conseguir fazer suas pernas responderem aos seus comandos.
- Feliz? - Alter já estava de volta, coloca a espada encostada numa árvore e abaixa as calças na hora, com o membro ainda meio-duro aguardando pela garota.
- Uuu...
Sem outra opção, Asuka abre a boca e espera pela cabeça do membro de Alter entrar, e ele o faz com cuidado e “carinho”. Ela sente a cabeça encostar em seus lábios e entrar aos poucos, preenchendo sua boca com... na verdade, era bem pequeno, e ela precisaria de uma bombinha para fazer aquilo crescer o suficiente. Asuka o lambe, chupa, e acaricia os testículos do rapaz, que apenas sorri e olha para os lados para certificar-se de que estão sozinhos mesmo. Ela vai e volta, lambendo toda a extensão da pele, sentindo o cheiro ficar mais forte e ter mais vontade de abocanhar e morder as pernas de Alter. Ela o faz com mais força, usando mais sucção do que o necessário, e o pênis do rapaz finalmente endurece, dobrando de tamanho dentro da boca dela. A vontade que ela tinha, agora, era a de “chupar aquele pau gostoso e beber todo o seu leite, depois repetir”.
- Caramba, você é boa mesmo! - Alter se apóia na árvore ao lado, tentando se controlar e não deixar que ela o coma de vez. A sucção fazia seu quadril ir para frente e para trás, até que ele finalmente goza. - Droga!
Asuka afasta um pouco o membro de dentro da garganta e deixa o líquido quente preencher-lhe a boca, saboreando-o com gosto, para depois engolir aos poucos. O efeito do afrodisíaco não tinha demorado muito, mas a mente dela processava algo completamente contrário: ela TINHA que beber mais.
- Droga, você é AH!
Pego de surpresa, Alter cai no chão de costas com o súbito empurrão da garota, que logo se joga em cima dele e agarra-lhe o pênis como se este fosse fugir correndo caso não o fizesse.
- Agora vou te chupar todinho...
Alter estava realmente ferrado. Despertar o instinto animal e sexual de uma kitsune era um erro digno de alguém sem informação, e isso era lugar comum para o mercenário. A garota o dominara, e começava o ato de novo, afastando o cabelo para ter mais espaço e visibilidade, chupando da cabeça até o talo do pênis do rapaz, que apenas gemia no chão. Aquele dia prometia bastante para a dupla...

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