AVISO

A nova política de uso do Google me fodeu legal, agradeçam a ele quando virem o que aconteceu com os posts antigos.

[Sessão de Jogo] Flying for Dummies 03


Terceira parte da campanha em que participo como jogador. O cenário é Eliond, um mundo criado por mim e por meus colegas, e o sistema usado é OVA Revised (Preview version) (ficha aqui).

Deixei o log com o esquema de cores que usamos no dia porque ficou confuso para quem não participou do dia saber quem era que estava falando na hora.



[20:08] «!» Previously...on Flying for Dummies!
[20:09] «!» Kuro e companhia conseguem salvar a filha do ferreiro com sucesso e sem perdas...
[20:10] «!» 14 de Setembro de 1973
[20:14] «!» Kuro desperta, agora mais calma. Os últimos dois dias tinham sido um pouco complicados para a elfa negra, devido ao efeito  afrodisíaco da Alraune.
[20:15] «!» Mais um café da manha servido por Chocolla e Kuro descobre que têm visitantes a sua espera no quest counter.
[20:15] «!» >

[20:20] <Kuro> Comendo uma torrada com geléia de banana e checando um livro de geografia Kuro escuta o aviso e se apressa para terminar de comer. Ela se arruma com a mesma roupa de viagem (e aventura) de sempre e vai ver quem poderia ser. >

[20:23] «!» Chegando no quest counter, Kuro depara-se com Ruby, Meiya, Luna, a kemono que salvara há dois dias atrás acompanhada por um kemono moreno: provavelmente o tal ferreiro. Todos viram-se em direção a Kuro quando a mesma chega.
[20:24] «!» "Pronto, todas nossas heroínas reunidas!" Era palpável a felicidade que irradiava do sorriso de Ruby.
[20:24] «!» >
[20:25] <Kuro> "Er, oi?" Segurava ainda o livro, pega de surpresa pelo grupo. "O que houve, algum problema?" >
[20:29] «!» "Jotum queria conhecer quem resgatou sua filha pessoalmente."  E aponta para o kemono ao lado, que olha, sério, para as três.
[20:31] «!» O kemono analisa as três "heroínas" por um tempo...e depois seu rosto sério desfaz-se em lágrimas. "Muito obrigado por salvar minha filha!" E faz uma reverência exagerada para as três.
[20:31] «!» >
[20:32] <Kuro> Assustada, dá alguns passos para trás; não sabia como lidar com aquilo. "Er, bem, eu... de nada?" Olha para as outras, confusa, tentando saber o que fazer naquela hora. >
[20:35] «!» Luna parecia igualmente sem ação nessa situação, enquanto Meiya mantinha o mesmo rosto sisudo, indiferente.
[20:35] «!» De nada, apenas meu trabalho...
[20:36] «!» "Eer...não foi nada."Luna não parecia muito confortável na presença de homens...e isso era demonstrado com clareza em seus movimentos...
[20:37] «!» O ferreiro volta-se para Kuro, agarrando suas mãos, subitamente. "O que posso fazer para recompensá-las?"
[20:37] «!» >
[20:39] <Kuro> Sem jeito, começa a pensar em algo enquanto desvia o olhar até que algo cruza sua mente. "Um favor! Sim, você pode ficar me devendo um favor e depois eu te cobro, o que me diz?" >
[20:44] «!» "Hmm...já sei, então." O ferreiro larga as mãos de kuro e vira seu olhar para Ruby, decidido. "Tem algum lugar para eu abrir minha loja, por aqui? Creio que seja hora de sair da aposentadoria." E flexiona os braços, ressaltando sua pergunta.
[20:46] «!» Ruby olha, surpresa, para o ferreiro. "Sim!" Responde, a alegria fluindo de seu sorriso.
[20:47] «!» --System Message -- New NPC acquired: Blacksmith!
[20:47] «!» >
[20:48] <Kuro> "Geh, fui ignorada." Olha para a determinação do ferreiro e para a alegria de Ruby, parecia que tinha feito algo certo. "Bom, só isso? Eu vou voltar a ler algumas coisas, então se resolvam ai." >
[20:54] «!» Passam-se alguns dias, Kuro e companhia ajudando o ferreiro em sua mudança. Kuro continuava focada em seus estudos...e nenhuma missão notável chegou no quest counter da guilda...até que...
[20:55] «!» 1 de outubro de 1973
[20:56] «!» Kuro acorda e surpreende-se com o chamado de Ruby: tinham recebido uma missão importante.
[20:56] «!» >
[20:57] <Kuro> Pronta do jeito de sempre, segue para o counter e procura pela líder. Por algum motivo a palavra "Revunette" não deixava a sua cabeça... Terá sido um sonho? "Oi, cheguei. Qual é o motivo da confusão?" >
[21:01] «!» Ruby está estranhamente com um olhar sério, resmungando algo, até que nota a chegada de Kuro. "Bom dia...temos uma missão... peculiar, dessa vez."
[21:01] «!» >
[21:02] <Kuro> "Tarados, com certeza são tarados." "Tenho que te comprar algum jogo? Mana Khemia 3 já saiu?" >
[21:07] «!» "Hmm?" Ruby mostra um olhar confuso, sem entender a pergunta de Kuro. "Aham...Recebi uma oferta de trabalho estranho... Lucen entregou-a pessoalmente..."
[21:07] «!» (Teste de Knowledge: Elion DN 4, Kuro!)
[21:08]   Kuro rolou 5d6= 16 {[2, 1, 5, 4, 4]}
[21:10] «!» Kuro vasculha sua mente e lembra-se do constante embate entre os Conselho de Anciões e do Lord Chony por influência em Ingdale. Lucen é um dos membros de tal conselho. Não é muito adorado pela população local...
[21:11] «!» Há boatos também de que Lucen está envolvido em atividades ilícitas...e que seria responsável pelo êxodo dos habitantes de uma pequena vila nos arredores de Ingdale, "envolvida" em sua influência, faz alguns anos...O que aconteceu com tais habitantes, ninguém sabe.
[21:12] «!» >
[21:14] <Kuro> "Hmm... Bem, um trabalho é um trabalho. O que ele quer?" Sente-se um pouco desconfortável com o que lembra, mas aquele não era o dia para sair caçando malfeitores apenas porque queria; a justiça é feita quando a oportunidade, e um mandado, aparecem. >
[21:17] «!» "Bem..." Ruby lê o conteúdo da carta que recebera de Lucen, com um olhar preocupado. "Acredita em fantasmas?"
[21:17] «!» >
[21:17] <Kuro> "Só quando me pagam." Espera pelo resto do conteúdo ser lido para só ai tomar uma decisão. >
[21:22] «!» "Genshire, a vila próxima Ingdale sobre 'influência' de Lucen, aparentemente está dominada por monstros e fantasmas. Não sei o que ele ainda quer com aquele lugar, visto que conseguiu  'desaparecer' com todos os habitantes. O que daria para ter provas conclusivas para acabar com o infeliz..."
[21:22] «!» >
[21:24] <Kuro> "E onde os fantasmas entram?" Se apoia no outro pé, encosta o machado no chão como uma bengala e começa a pensar no que seria possível fazer ali. "Quer dizer que podem haver informantes ou testemunhas e ele quer entregar essas pessoas de bandeja?" >
[21:27] «!»  "Simples: ele quer alguém de 'confiança' para expulsar tais monstros e fantasmas do local e está pagando caro por isso...deixa eu ver...50000 Dracmas."
[21:27] «!» >
[21:28] <Kuro> Escrúpulos, o que é isso? "Quando posso ir?" >
[21:35] «!» "Bem...a caravana chega em dois dias. O estranho é que ele só quer uma pessoa de confiança. Provavelmente para diminuir a possibilidade de alguém encontrar algum podre dele por lá..."
[21:35] «!» >
[21:36] <Kuro> "Uma pessoa só ou um grupo? Sei que vou precisar de ajuda, é muito dinheiro por meia dúzia de fantasmas." >
[21:37] «!» "Uma milícia a serviço dele vai acompanhar-lhe nessa missão."
[21:37] «!» >
[21:39] <Kuro> "Aquelas outras duas não vão? Ter de confiar apenas no que ele diz... Tipo, ele tem toda a sua fama e tal." Apoia, agora, o machado no ombro, pensando no que fazer e como se preparar para o que viria. >
[21:43] «!» "Ele parecia agitado, e até pagou adiantado." Levanta uma bolsa logo ao lado com uma das mãos, aparentemente pesada. "O que quer que os monstros estejam fazendo por lá, está o afetando...e muito."
[21:43] «!» >
[21:47] <Kuro> "Bem, é o que temos. Vou ver o que faço quando chegar lá." Se despede e deixa a sala. "Ela se evadiu na hora de responder sobre as outras duas, o que será que houve? Acho que vou precisar de um reestoque o mais depressa possível, e mais bombas." >
[21:51] «!» "Jotum quer falar com você antes de partir para a missão. Algo que vai-lhe ajudar, e muito."Fala antes de Kuro sair da sala.
[21:51] «!» >
[22:00] <Kuro> Ela apenas acena quando sai, começa a ir para a oficina de Jotum e se lembra do que houve na floresta... Será que a garota contou pro pai que não poderia mais se casar virgem? >
[22:05] «!» "Oh, bom dia, Kuro." Jotum fala, animado. "Ruby me contou que você lutará contra fantasmas...está preparada para tal?"
[22:05] «!» >
[22:07] <Kuro> "Tenho quase certeza que não." Segura a haste do machado pela metade e procura um lugar para sentar, observando a loja do homem por curiosidade. "Consegue fazer "armas santas" também?" >
[22:11] «!» "Bem...Tenho um pouco de Crioserilo sobrando, se você me der um dia, posso melhorar seu machado." Olha para o machado de Kuro, curioso, analisando-o atentamente. "Posso?"
[22:11] «!» >
[22:13] <Kuro> "Hmm....." Olha para o seu companheiro de aventuras e para o velho, depois lembra que a recompensa já tinha sido aceita e que já tinha entrado no barco; estava ferrada de qualquer jeito. "Emmm.... Tá, mas não vá quebrar..." A muito contra-gosto entrega o machado, dificultando na hora de largar a arma quando a entrega para o ferreiro. >
[22:17] «!» "Vou tomar cuidado!" Jotum ergue o machado com facilidade, e leva-o para perto da forja, preparando-se para trabalhar.
[22:17] «!» (Se quiser conversar com alguém ou fazer alguma coisa, agora seria a hora!)
[22:17] «!» >
[22:28] <Kuro> "Ele não vai... Não, parece um velho responsável, talvez ele não o quebre... Talvez." Com muita relutância Kuro sai da oficina de Jotum e começa a seguir para outro lugar. Talvez se localizasse as outras duas de antes fosse útil, mas ela também poderia requisitar a ajuda de outros conhecidos para que chamassem mais gente para a guilda. Ou poderia encontrar alguém completamente aleatório que já tinha sido abordado em outras obras... >
[22:30] «!» "Kuro-senpai?" Meiya encontra-se com uma Kuro pensativa e sem seu melhor amigo, seu machado, em um corredor na sede da guilda.
[22:30] «!» >
[22:32] <Kuro> "Ah, olá." Parecia que não ia ter uma conversa muito longa. "Então, recebeu alguma missão, esses dias? Ou tem algo interessante para conversar?" "Conto ou não pra ela?" >
[22:37] «!» "Não até o presente momento..." Ela para, fecha os olhos, respira fundo e continua. "Soube que senpai foi recrutada para uma missão solo?"
[22:37] «!» >
[22:41] <Kuro> "A contra-gosto, sim." "Ela é tão fechada assim ou eu que sou irritante demais?" "Esperava poder levar você e a "tarada da meia noite", mas não deu. Também disseram que vou encontrar fantasmas por lá... É um saco, ficar toda gelada por causa do toque deles e coisa do tipo, porém, se olhar por outro lado, não irei receber níveis negativos enquanto lutar com eles." Vai falando besteiras e ai se lembra de uma pessoa que poderia ser bem útil ali, sendo que esta pessoa ainda não estava "pronta" para aparecer na guilda. >
[22:48] «!» "Heh..." É possível notar um breve sorriso no rosto de Meiya. Estava feliz por ser considerada por alguém. "Tome cuidado, senpai." Meiya retira de seus pertences 4 bombas de luz, entregando-as na mão de Kuro, e despede-se com uma breve reverência,  continua seu caminho.
[22:48] «!» >

[22:57] <Kuro> "Ah, valeu!" Recebe os itens e os guarda num bolso extra, tomando cuidado para não acionar nenhuma, e volta a pensar alto na garota de antes, seguindo para outro lado. "Acho que o nome dela era... Nesir? Era um... alquimista, necromante ou ilusionista?" Falava andando, com a mão no queixo, nem notava para onde ia. >
[23:08] «!» Kuro passa o dia perdida em seus devaneios e dorme. Kuro tem um pesadelo peculiar: Estava divertindo-se  em um jogo eletrônico chamado Ragnarok Online e tentava refinar seu machado, Executioner, para +5 e então...a arma quebrou...
[23:09] «!» "Ops!" Dizia o ferreiro, com uma careta e um riso sem graça.
[23:09] «!» >
[23:12] <Kuro> "NÃAAAAAAAAAOOO!!!" Levanta de uma vez, gritando apavorada. O movimento súbito a deixa tão tonta que ela vira para o lado da cama e vomita o que tinha comido no dia anterior, quase deslizando para cima da "cagada" que fizera. "Foi só um sonho, foi só um shonho, fó shó um..." O cansaço matinal a pega e Kuro começa a falar preguiçosamente assim que nota que estava tudo bem. Ela se levanta, procura alguns jornais para cobrir a sujeira e chama Chocola para limpar aquilo, enquanto seguia para a oficina de Jotum para perguntar sobre seu companheiro de viagens. >
[23:15] «!» "Bom dia, Kuro, tenho novidades!" O kemono acena para a elfa, convocando-a para a forja.
[23:17] «!»  "Aqui está!"  Jotum entrega o machado para Kuro e olha excitado para o resultado de seu trabalho: a lâmina dourada do machado reluzia com o fogo da forja ali perto. "O que acha?"
[23:17] «!» >
[23:22] <Kuro> Quase chorando de alegria ela pula e sai correndo até o machado, agarra-o e esfrega a cara na parte chata, sentindo a temperatura do metal e esfregando a oleosidade do rosto na arma. "Nossa, há quanto tempo eu não te via!" >"
[23:25] «!» "Aproveitei e fiz uma 'armadura' nova para você. Aqui! " Entrega-a para Kuro.
[23:25] «!» System Message - Kuro's got: Armored +1!
[23:25] «!» >
[23:27] «!» System Message - Kuro's got: Gear +1 (Crioserilo-enhanced Axe)
[23:27] «!» >
[23:29] <Kuro> "Nossa, chegou o Natal!?" Fica aturdida com tanta coisa nova que tinha ganho. >
[23:32] «!» "É o máximo que posso fazer para ajudar. Boa sorte na sua missão!" Dá um leve tapa no ombro de Kuro e volta a suas tarefas.
[23:32] «!» >
[23:35] <Kuro> "O.K!" Faz um sinal de positivo e sai correndo de lá com o equipamento novo. Agora, provando a armadura e checando no pequeno espelho que tinha no quarto, começa a se perguntar sobre o que poderia acontecer agora... >
[23:37] «!» *Toc toc toc* Kuro ouve alguém batendo na porta de seu quarto. "Posso entrar?" E já reconhecia a dona de tal voz...
[23:37] «!» >
[23:38] <Kuro> "Ah, entra!" Ainda se olhava, mas começava a se arrumar (e se preparar para o pior) quando liga a voz à dona dela. "Em que posso ser útil, Luna?" Usa um tom quase zombeteiro. >
[23:40] «!» "Hehe..." Aquele mesmo sorriso cínico de sempre. "Ouvi dizer que partirá em uma missão solo amanhã e vim para dar...uma ajuda." Kuro sentia uma ênfase maior na parte 'ajuda'.
[23:40] «!» >
[23:41] <Kuro> Levanta as sobrancelhas e cruza os braços, cética. "Que tipo de ajuda?" >
[23:43] «!» "Isso." Retira um amuleto peculiar de seus bolsos e entrega-o nas mãos de Kuro.
[23:43] «!»
[23:43] «!» http://newauthors.files.wordpress.com/2012/04/the-amulet.jpg
[23:43] «!» >
[23:44] <Kuro> Poderia ser uma armadilha sexual, se é que isso existe, por isso Kuro mantem-se na defensiva. "E o que ele faz?" >
[23:45] «!» "É um amuleto de proteção. Ande com isso no seu pescoço todo o tempo, pode precisar."
[23:46] «!» System Message: Kuro's got: Gear +1 (Lucky-Charm???)
[23:46] «!» >
[23:50] <Kuro> Pega o amuleto ainda com certa má vontade, e então algo lhe passa pela cabeça. "Ei, Luna, você... Já se apaixonou?" >
[23:53] «!» "Já. Mas..." Kuro pode notar o sorriso cínico de Luna sumindo...talvez teve algum problema no seu passado? "Haha, sim, sim! Já me apaixonei." O sorriso voltava forçado, como se Luna estivesse escondendo ou evitando algo...
[23:54] «!» >
[23:55] <Kuro> "Me diz uma coisa." Continuava com o tom rude, quase um garoto falando. "Se o seu amante fosse alguém muito, mas MUITO, diferente das normas da sociedade, o que você faria? Tipo, ele é forte, ágil, bonito, peludo, e te salvou uma vez?" >
[23:57] «!» "Se eu estivesse mesmo apaixonada por tal pessoa, eu iria até o fim. Hmm...está apaixonada por alguém?" Fala, curiosa.
[23:57] «!» >
[23:58] <Kuro> "Ah, não se preocupe, foi só uma coisa com que sonhei." Mente descaradamente. "Como se, no sonho, eu fosse apaixonada por um... um..." >
[23:59] «!» "...furry?"
[23:59] «!» >
[00:01] <Kuro> "Não, não isso, mas... Bem... Tipo... Meio como um canino... Grande... Peludo... E forte..." A mente dela começa a viajar para o dia fatídico em que se encontraram. O rosto de Kuro começa a ficar ruborizado. >
[00:06] «!» "Hehe, vejo que têm seus próprios fetiches também. Haha!" E ri, feliz de ter descoberto uma perversão da elfa negra. "Vou deixá-la com seus desejos a sós. Boa sorte!" Despede-se do quarto, rindo. "Tenho que estudar mais esse slime..." Foram as últimas palavras que Kuro ouviu enquanto ela saía de seu quarto...
[00:06] «!» >
[00:09] <Kuro> "N-não é fetiche!" Grita pra porta, perdendo o ar de "garoto" e balançando os braços como uma adolescente pega no flagra. "Não é fetiche, claro que não, é simples paixão pura e direta, nada mais que isso... nada... mais..." Por algum motivo, talvez pela presença de Luna e pelo o que viu na floresta, começa a pensar no quão "grande" o seu amado pode ser. Esfrega uma perna na outra, fica mais vermelha, balança a cabeça e se joga na cama, escondendo o rosto embaixo da almofada e abafando um grito de "aaah, saco!". >
[00:13] «!» E então Kuro passa o resto do dia imaginando-se em situações "quentes" com seu amado e pensando sobre o dia de amanhã...Será que tinha mesmo um fetiche?
[00:17] «!» Os sonhos de Kuro nessa noite são mais conturbados: Um canídeo gigante de três cabeças domina Kuro com facilidade, derrubando-a de bruços no chão, nua, a total mercê de seu "agressor"...Aquela situação fazia um desejo irrefreável surgir na elfa negra...
[00:17] «!» >
[00:21] <Kuro> "E-ei, mas o que!?" Tentava ver onde estava, em vão, para só notar o causador de seus pensamentos sujos ali, com ela. Suas roupas sumiram, sua pele roçava no chão indecifrável, mas de que isso importava? Kuro se ajeita, colocando-se de quatro e sorrindo de canto de boca, já sabia que aquilo poderia doer bastante por causa do "tamanho" do cachorrão. "Não me quebre, por favor...!" >
[00:29] «!» O cachorro aproxima uma de suas cabeças no pescoço de Kuro,  a mesma sentindo um bafo quente e animalesco em sua nuca... e então sente o peso do animal em suas costas e algo roçando em sua parte mais erógena e sensível...quando...
[00:30] «!» *Toc toc toc* As batidas na porta de seu quarto liberam-na de seu "transe". "Kuro?" Era Chocolla.
[00:30] «!» >
[00:32] <Kuro> "HÃ!?" Se pega na cama, com a armadura nova jogada para um lado, usando roupas leves e a mão esquerda enfiada dentro da calcinha, muito bem lubrificada. Ela levanta e procura um pano próximo para limpar a mão e, na pressa, se enrolar para evitar que a enxerida começasse a perguntar coisas desnecessárias. Devidamente enrolada, e protegida, dá o sinal. "Tá bom, pode entrar!" >
[00:33] «!» "Kuro, a caravana chegou! Huh...? Algo de errado?" Pergunta, curiosa, vasculhando Kuro com seu olhar.
[00:33] «!» >
[00:36] <Kuro> "Nada não, fecha a porta que vou me arrumar!" Corre a fechar a porta ainda "se protegendo", jogando Chocola pra fora e tentando trancar a passagem. Kuro se arruma do melhor jeito que pode, pega as bombas, cinto, machado, armadura, pingente, mochila com rações extras e equipamentos de viagem e vai até o balcão onde eram aceitas e registradas as missões, procurando por Ruby antes de ir. >
[00:37] «!» "Bom dia, Kuro, está pronta?" Fala Ruby, com um leve tom de preocupação em sua face.
[00:37] «!» >
[00:39] <Kuro> "Sim, estou, melhor impossível!" Tentava se concentrar, mexendo a cabeça para afastar a imagem Dele de sua mente e se focar no trabalho que tinha à fazer. "E você, vai conseguir se virar sozinha aqui?" >
[00:40] «!» "Estou mais preocupada com você, pra ser honesta."
[00:40] «!» >
[00:43] <Kuro> Olha como se fosse uma grande interrogação para Ruby. "Comigo? São só fantasmas, e o pessoal me ajudou com itens e dicas. Pode ficar tranquila." Toca no ombro de Ruby enquanto segura seu novo machado com a mão oposta. Mas, ao mesmo tempo, falava baixo para ela. "Ou está tentando me avisar de algo?" >
[00:46] «!» "Não confie em ninguém dessa caravana." Fala brevemente e em um tom baixo. "E se achar qualquer prova, já sabe o que fazer."
[00:46] «!» >
[00:49] <Kuro> "Mato todo mundo?" Responde com um sorriso típico de quem não tinha juízo e sabia que poderia estar atolada até o pescoço em merda. "Tenho meus truques. Até a volta!" Começa a ir para a caravana, e tomava uma postura mais habitual de uma Exploradora. Também aproveita para checar qualquer um dos que fazem parte da caravana que entrarem em seu campo de visão, medindo o que for possível de habilidade de combate, conhecimento, qualidade dos equipamentos e afinidade com magia. >
[00:50] «!» ---- Fim da Sessão! ----

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