AVISO

A nova política de uso do Google me fodeu legal, agradeçam a ele quando virem o que aconteceu com os posts antigos.

Sessão de Jogo: O Pecado de Um



Sessão de Jogo solo que rolou esse sábado passado. Aviso logo que tem cenas bem pesadas e R18, então leia com cautela. O sistema usado foi o Altars & Archetypes, uma versão variante do Risus que em vez de usar baldes de d6 ele foca em usar um único dado (de d4 a d20). Confuso pois estou meio enrolado, mas só ver como a sessão aqui se desenrolou para entender.



Nome: Alvina
Raça: Elfiran
16 anos

HP: 10
Arquétipos:
Jewel Thief d12, Initative d10, Jeweller d8, Free Elfiran d6
Ganchos:
- Comprou sua liberdade;
- "Trabalha" para tirar seus conterrâneos da situação de escravos e realizar seu sonho;
- Sonha em abrir uma Joalheria;
- Rancorosa.
Equipamentos:
Adagas x2, Mochila, Kit de Ladino, Kit de Joalheiro, Kit de Aventureiro.
História:
Nascida em uma família de escravos elfiran, Alvira começara a trabalhar desde cedo. Fora enviada para "trabalhar" em uma joalheria assim que aprendeu a falar. O tempo passou e ela cresceu, aprendendo os truques de ofício com o seu dono. Em uma certa noite, a loja em que trabalhava foi invadida por saqueadores e ela se colocou a defender a sua "casa", repelindo os desajeitadores invasores. Emocionado com tal ato, seu dono decidiu elevar seu status a uma trabalhadora assalariada. Aproveitou a chance e trabalhou o suficiente para comprar sua liberdade, mas sem ter onde ir, acabou seguindo a vida de uma ladra aventureira, juntando o pouco dinheiro que consegue para sobreviver, tirar algum conterrâneo da vida de escravo e quem sabe um dia construir sua própria joalheria...




 «!» - Aventura Solo: O Pecado de Um -
 «!» Após receber uma dica de um colega de que três mercadores estavam numa aliança para vender escravas elfiran entre si, Alvina se ajeita no telhado de um casarão no bairro nobre da cidade. Ninguém que circulava pela rua pouco movimentada podia vê-la da posição em que estava, a garota escondendo-se o melhor que podia para perto da parede e ouvindo a conversa do trio por uma janela. Era praticamente o terceiro andar, uma das empregadas tinha aberto a janela para deixar o vento entrar e foi embora, a conversa acontecendo no segundo andar.
 ** NPC: <Mercador 1> "Sim, concordo que a situação está complicada, mas recorrer a isso..."
 ** NPC: <Mercador 2> "É o único jeito. O governador não quer nos ajudar, então faremos isso com a filha do barão..."
 ** NPC: <Mercador 3> "...em praça pública."
 «!» Os outros dois soltam interjeições de horror, indignados e arrependidos de estarem em tal situação.
 ** NPC: <Mercador 3> "O que, vão dar pra trás?"
 ** NPC: <Mercador 2> "Não é isso... Bom, é... Mas... Logo amanhã, no festival de Thixla?"
 ** NPC: <Mercador 3> "Você fala como se esses desequilibrados que chamam de deuses pudessem se meter em nossas vidas o tempo inteiro."
 ** NPC: <Mercador 1> "Mas eles podem! Você mesmo viu o que fizeram com a nossa informante de Adele!"
 «!» A conversa se desenrolava um pouco... Para pior. >
 <Alvina> "Tenho que ser rápida..." Aproveita que a empregada foi embora e se estica para checar se o quarto está seguro.
 <AtmoGM> (jewel thief contra d10)
   Alvina rolou 1d12 - 1d10 = 2 {[5] - [3]}
 «!» A torre do terceiro andar estava vazia, a conversa deveria vir de uma sala aberta com conexão para esse cômodo.
 ** NPC: <Mercador 3> "...se ela quiser, lidamos com isso nós mesmos. Ou eu o faço, vocês dois são tão covardes quanto corruptíveis!" >
 <Alvina> Entra no cômodo sorrateiramente e tenta se aproximar da fonte da conversa.
 <AtmoGM> (jewel thief contra d10)
   Alvina rolou 1d12 - 1d10 = 1 {[10] - [9]}
 «!» Algumas tábuas rangem, mas não chamam a atenção do trio por causa de um grito.
 ** NPC: <Mercador 1> "ENTÃO QUE SEJA!!"
 «!» Uma pancada numa mesa de madeira, talvez ele tenha batido com ambas as mãos. Uma nova voz é ouvida.
 ** NPC: <???> "Vocês deviam parar de falar de mim como se eu não estivesse aqui, sabiam?" Parecia uma mulher. "Querem mesmo que eu torture a filha do governador na praça?"
 ** NPC: <Mercador 3> "Com retoques de crueldade, por favor." Soltava uma risada. >
 <Alvina> "Tch...é pior do que eu pensei..." Olha para o ambiente, procurando algum cômodo vazio onde pudesse se esconder temporariamente, talvez até achar um traje de empregada para se disfarçar.
 ** NPC: <Adele> "Claro, claro. Vocês sempre me pagam bem pelas informações, mas para me mostrar com tanta facilidade para todos os habitantes desse buraco... Acho que o suficiente para três mansões me basta."
 ** NPC: <Mercador 3> "Isso é... um pouco demais, não acha?"
 ** NPC: <Adele> "Também acho." Abre a porta e dando de cara com Alvina, que tentava se esconder em algum canto. "Mas vou mostrar pra vocês como o serviço vale a pena usando aquela garota como cobaia." Abre um sorriso maligno, apontando um cristal para a garota. http://goo.gl/J0ylun
   AtmoGM rolou 1d20 + 1d4 - 1d12 = 1 {[8] + [1] - [8]}
 «!» Uma bocarra feita de energia negra sai do cristal que a svard'elfiran empunhava, envolvendo a vítima numa jaula de fumaça viva. A tatuagem no corpo da provável Adele brilhava com uma luz violeta.
 ** NPC: <Adele> "Thixla me arrancou de minha vida confortável ao me dar essa maldição, mas aprendi algumas coisas bem interessantes nesse meio tempo... Espero que desfrute de nosso tempo juntas." >
 <Alvina> "Huh, COMO?" Olha assustada para a situação que se meteu, batendo nas "barras" da jaula com força.
 «!» As barras eram fracas, podiam ser quebradas com poucos golpes ou com um único bem forte. >
 <Alvina> Desesperada com a elfiran estranha e seu provável destino se não saísse dali, Alvina tenta chutar a grade com a sola de sua bota.
 <AtmoGM> (d10)
   Alvina rolou 1d12 - 1d10 = 2 {[11] - [9]}
 «!» O chute a danifica um pouco, mas dá tempo de Adele realizar outra ação: puxar outro cristal de seu bolso lateral.
 ** NPC: <Adele> "Ora, vamos, não vai ser tão ruim! Caje de la dream." Outra bocarra sai do segundo cristal e tenta envolver o primeiro efeito, talvez potencializando e criando uma magia única.
   AtmoGM rolou 1d20 + 1d4 - 1d12 = 6 {[8] + [4] - [6]}
 «!» As duas fumaças se juntam e obtêm um tom avermelhado, endurecendo como aço.
 ** NPC: <Adele> "Finalmente... Últimas palavras?" >
 <Alvina> "Infeliz..." E continua chutando, chutando...até se cansar.
 ** NPC: <Adele> "Certo, nada muito inspirado..." Fala decepcionada enquanto guia a jaula para dentro da sala, como se puxasse um cão assustado ou burro empacado. A coloca em cima da mesa de jantar e molda em pseudópodes de fumaça vermelha que seguram pescoço, tornozelos e punhos.
 ** NPC: <Mercador 3> "Ah, bem jovem..." Começa a sorrir, passando a mão nas pernas de Alvina. "Será bem interessante ver se ainda é virgem, hehehe..."
 ** NPC: <Mercador 1> "Isso se sua mãe deixar, não é?" Ria.
 ** NPC: <Mercador 2> "É mesmo: o filhinho da mamãe não pode tocar nenhuma outra mulher além dela... Hahahaha!"
 «!» O trio consistia de um vanad eln idoso, um nidani eln mais novo e, agora, sorridente e o alvo de toda a bolinagem: um elfiran jovem e com aparência de mimado.
 ** NPC: <Mercador 3> "Calem a boca! Eu irei deixar essa casa quando bem entender, e não é por teme-la ou ser obrigado a... a..." O olhar se perde em alguma lembrança.
 ** NPC: <Adele> "Sim, sim, muito interessante." Coloca o cristal sobre a mesa, a fumaça vindo dele, e puxa uma faca de algum compartimento nas costas. "Vamos cortar essas roupas e ver o que temos guardado, sim?" Falava com Alvina, passando a lâmina na pele alva da vítima. >
 <Alvina> "Não..." Vira o rosto para um lado, cerrando os olhos, um frio percorrendo a espinha só em imaginar esses infelizes fazendo... "Ugh..." Tenta ignorar o aperto em seus punhos e movê-los.
 ** NPC: <Adele> "Hmm..." Passa a faca de um lado para o outro, procurando uma desculpa para continuar com aquilo. "É, vou fazer outra coisa." Guarda a faca, vai até uma mesa e pega uma garrafa de bebida. Coloca um pouco no copo, volta, derrama um pouco no umbigo de Alvina e começa a lamber ali; hora chupando, hora enfiando a língua. >
 <Alvina> "Iirkh! O-o que você está fazendo?!?" Alvina se debatia, não imaginando a cena que protagonizava. Fita todos os presentes, ódio aparente em seu olhos lilases.
 ** NPC: <Adele> "Hmm? Achei que seria chato partir logo pros finalmentes. Aqui, beba um pouco." Forçava o copo na boca de Alvina e quando via que não ia dar certo dá uma golada, coloca a garrafa do lado, faz cócegas nas axilas da vítima e a beija de língua, passando a bebida enquanto a "castiga" com o seu jeito bruto de fazer as coisas. >
 <Alvina> "HMMPH-" Se não tivesse amarrada, estaria empurrando a svard'elfiran para o mais longe possível de si. Sem ter como se defender, Alvina deixa a língua da estranha "brincar" em sua boca...sentindo a bebida escorrendo em sua garganta...
 <AtmoGM> (Free Elfiran contra d8)
   Alvina rolou 1d6 - 1d8 = 0 {[6] - [6]}
 «!» O alcool fazia efeito com uma potência maior no corpo da elfiran, talvez por nunca ter bebido antes ou por esta ser uma mais forte... Os dedos de Adele escorregavam para o meio das pernas de Alvina, o trio de mercadores estava bem interessado no desenrolar da cena. >
 <Alvina> "Irkh...aí não..." Arquejava, sentindo-se envergonhada com toda a atenção que recebia. "Pare..." Falava já sem a rebeldia de outrora, o álcool fazendo mais efeito em seu corpo sensível e corruptível de Elfiran...
 ** NPC: <Adele> "Me diz uma coisa... Você ainda é virgem? Ou posso usar esse lugarzinho aqui..." Enfiava a mão por dentro da calcinha da garota, dedilhando e apertando tudo o que achava. "...como eu bem entender?" >
 <Alvina> "Ah~! Não toque aí, por favor." Balança a cabeça em sinal de positivo e vira o rosto para o lado, ofegante, confirmando a suspeita de sua agressora de que ainda não fora deflorada.
 ** NPC: <Adele> "Hmm... Então vamos fazer o seguinte: eu não te tiro sua coisa mais preciosa e você faz o que eu mandar, ok?" Sorria, piscando para ela. "Preciso de uma assistente e você me parece bem desocupada." >
 <Alvina> "S-sim!" Fita a estranha, esperançosa, por um momento se esquecendo da conversa que ouvira mais cedo...
 ** NPC: <Adele> Enfia os dedos mais fundo, volta e brinca com o clítoris de Alvina enquanto falava. "E no meio tempo, te ensino como se portar como uma mulher, legal?" >
 <Alvina> "Irkh!" Joga a cabeça para trás, tomada pela onda de sensações que explodiam em seu corpo. "S-sim!" Seu corpo treme e a respiração fica mais pesada.
 «!» O cristal começava a mudar de cor, passando de rubro para azulado.
 ** NPC: <Mercador 3> "Ei, o cristal..."
 ** NPC: <Adele> "Hã, que crist- droga!" Salta para tentar pegar a pedra, mas o outro mercador a pega e tira de perto de Adele.
 ** NPC: <Mercador 1> "Quando se começa algo, você vai até o fundo." O cristal fica mais azulado, a fumaça que saía dele fica mais física e ondulada, obtendo uma aparência de escamas ásperas... >
 <Alvina> Apenas olha para a cena com os olhos entreabertos, curiosa com o que acontecia. É a primeira vez que Alvina presencia "arcana" de tão perto.
 ** NPC: <Adele> "Está mesmo tão interessado em ver o extento de minhas habilidades? Ai ai." Desce da mesa, tocando duas vezes no ombro de Alvina. "Posso "consertar" depois, não se preocupe."
 «!» >
 <Alvina> "O que você quer dizer com isso...?" Indagava, um pouco assustada.
 «!» Finalmente, o cristal explode e se torna uma massa da mesma cor. Vários pseudópodes com escamas saem do centro e se amarram no corpo da jovem enquanto a levantam. Alguns se aproximavam para explorar sua barriga e boca, outros começam a puxar suas roupas com força até rasgar. >
 <Alvina> "Huh? Mas você disse..." Protestava, o olhar aterrorizado. "PARE!" Contorce o corpo violentamente, desesperada em ter sua figura exposta aos presentes da sala.
 «!» Dois dos tentáculos seguram top e saia, rasgando-os assim que se enrolam e puxam com força.
 ** NPC: <Adele> "Meus empregadores tem mais influência que eu. E como eu disse, posso "consertar" os danos que fizerem a..." Olha para a intimidade da garota, exposta.
 «!» A criatura passa um dos tentáculos pelos lábios inferiores de Alvina e se prende ali. Fica parado alguns segundos para que ela entenda o que está acontecendo e ai passa a ir para a frente e para trás, como se fosse uma corda com nós sendo esfregada em sua intimidade. >
 <Alvina> "NÃO, POR FAVOR!" Cerra os dentes e os olhos, algumas lágrimas escapando e percorrendo seu rosto suado. "N-n-não quero que minha primeira vez seja a- AUGH!" Contorcia-se com a dor causada pelo membro estranho pulsando em sua virilha.
 «!» Os "nódulos" que o tentáculo esfregador tinha ganhavam tamanho, ficando redondos e quase desconfortáveis de se aguentar quando roçavam/espremiam o clítoris da vítima. O vanad sorria e fazia um gesto para o monstro chegar mais perto... >
 <Alvina> "AAAAAAAAHHH!" Gritava, desesperada, passando o olhar em súplica para todos os presentes na sala. "Por...favor..." E é nesse momento que sente a "verdade" do mundo em que vive, vendo o olhar de escárnio dos presentes, principalmente de um próprio elfiran, um próprio membro de sua raça que sempre tentou defender.
 «!» O monstro descia mais a garota numa posição que lembrava uma cadeira. Deixava as pernas dela abertas, removendo aquele tentáculo e deixando o vanad se aproximar: a calça já estava abaixada, o duro membro à mostra.
 ** NPC: <Mercador 1> "Então... Vamos fundo!" Faz mira com a cabeça do membro após passa-lo duas vezes no "alvo", enfiando com força até entrar quase todo. Era comprido, se fosse com tudo de uma vez poderia atravessar o cérvix de sua vítima. >
 <Alvina> "UGH!" Uma dor aguda e Alvina nota sangue escorrendo de sua virilha, sinalizando a sua... "Não, não, não, não..." E então vira o olhar para Adele, chorando e soluçando, como se pedisse por socorro...
 «!» A svard fazia um sinal de "ok", tentando tranquilizar a garota. Com investidas brutas e violentas, realizadas com o intento de causar dor ao extremo, o vanad continua estuprando a incapaz Alvina, segurando o quadril dela com ambas as mãos e sorrindo como um porco. >
 <Alvina> "AAAAHH!" Gritava mais ainda, desesperada com o tormento que sofria, seu corpo "saltando" a cada investida, totalmente à mercê do infeliz. Notando que não tinha mais escapatória, apenas encara seu agressor, a raiva em seu olhar bem palpável.  "EU JURO QUE MATO TODOS VOCÊS!"
 ** NPC: <Mercador 1> "Oh hoho, essa é bem irritadinha!" Dava um beliscão num dos mamilos dela e continua com a violação, apertando as nádegas de Alvina com força e dando tapas nas coxas dela. Parecia cansar rápido, e também poderia estar "chegando lá"... >
 <Alvina> "Ugh..." Para de protestar e tenta aguentar até o infeliz cansar, apegando-se aos desejos de vingança surgindo em seu coração, mantendo a pouca sanidade que lhe resta.
 ** NPC: <Mercador 1> "Ei, vai, me xinga mais, sua cadelinha!" Agora dá um tapa no rosto dela, parando por algum tempo para "resetar" as sensações em Alvina. "Vamos, nem minha filha era tão apertada quanto você!"
 «!» A svard conversava algo com o elfiran do outro lado da sala, o nidani estava bem perto do vanad observando e desejando ter logo a sua vez com a garota... >
 <Alvina> Arregala os olhos com o impacto do tapa que recebeu e vira o rosto para o mercador, cuspindo em resposta. "Vocês são...PODRES!"
 ** NPC: <Mercador 1> "HAHAHA! Assim mesmo que gosto, minha grauuhg!" Nem parecia esperar por aquilo: liberava sua semente quente dentro de Alvina num único jorro, esquentando-a por dentro... e deixando o excesso sair pelas laterais num volume anormal. "Hehehe... espero que meu filhinho que vai nascer seja bem forte!" E dá uns tapinha no ventre de Alvina, tirando o membro e saindo de perto.
 ** NPC: <Mercador 2> "Agora é a minha vez?" O monstro descia Alvina um pouco mais, colocando-a na altura do reduzido mercador. "Então é a minha vez!' >
 <Alvina> "Urgh..." Abaixa a cabeça, notando o resultado que escorria de sua virilha e a sensação estranha em seu ventre. "Minha vida...está acabada..." E então ignora o anão e fita Adele, os olhos semi-abertos. "Eles precisam de...'conserto', também." Ria, um sorriso perverso surgindo em seu rosto; é a primeira vez que sente tanta raiva assim.
 «!» Antes que o nidani começasse o vanad dá alguns passos, leva uma mão ao peito e começa a tossir.
 ** NPC: <Adele> "Viu?" Aponta para ele, e depois para o nidani. "Agora é o outro."
 «!» O outro nem tem tempo de pensar, cuspindo uma considerável quantidade de sangue na intimidade aberta, e gozada, de Alvina. Cai para trás com as pernas e braços duros.
 ** NPC: <Adele> "...espero que tenha aprendido a lição." Dá dois tapinhas no ombro do elfiran e começa a andar calmamente na direção de Alvina. >
 <Alvina> Vislumbra a situação com um misto de espanto e alívio; por um lado, feliz com a "morte" dos infelizes...e pelo outro, triste que não pudera torturá-los com as próprias mãos. Fecha os olhos, sentindo a adrenalina diminuindo e a dor em seu corpo aumentando.
 ** NPC: <Mercador 3> "Podia ter falado antes, assim cobriríamos a oferta..."
 ** NPC: <Adele> "Tenho meus motivos." Aponta para a mesa, que é onde o monstro deixa Alvina. Tira um outro produto de um bolso lateral e um pano, e os dá para a elfiran. "E já faz tempo que deixou de ser divertido receber o dinheiro de vocês." >
 <Alvina> "O que é isso...?" Falava com esforço, arquejando e tentando-se levantar da mesa sem sucesso; seu corpo doía muito e não tinha mais tanta força nas pernas.
 ** NPC: <Adele> "Fala do que acabei de te dar ou do que aconteceu aqui?"
 «!» O vanad cai pesadamente no chão, o nidani faz o mesmo quando tenta se segurar numa das cadeiras e a derruba sobre si mesmo. O elfiran dá alguns passos na direção das garotas, cambaleando, o braço esticado... tosse sangue e despenca.
 ** NPC: <Adele> "...acho que fala do que acabei de te dar, do remédio." >
 <Alvina> "Sim..." Abria o frasco enquanto esperava a resposta da garota, tentando não rir com o que acabara de acontecer aos três.
 ** NPC: <Adele> "Oh, sim, acho que é melhor beber com isso." Pega a garrafa de bebida, provavelmente uísque, e dá um gole nela. "Isso ai é pra dor, isso aqui é o antídoto pro gás que soltei na mansão. Todos devem estar mortos a essa altura." >
 <Alvina> "!!" E o faz sem pensar duas vezes, usando o antídoto logo em seguida.
 «!» Adele leva Alvina embora daquele casarão logo que ela consegue andar novamente, com outras roupas tiradas de um dos quartos das empregadas. Realmente, não havia sobrado ninguém vivo, nem mesmo os cães de guarda e as aves de rapina mantidas no jardim. A milícia local pede para um alquimista descobrir o que houve lá, e esse indivíduo...
 ** NPC: <Adele> "Sim, um ataque contra essa família, sem dúvida. Minha assistente está coletando os dados e prováveis focos de contaminação, então peço que não se aproximem." Estava do lado de fora, falando com a guarda, enquanto deixava Alvina entrar e sair com um frasco que a svard forjou muito antes de realizar esse ataque. >
 <Alvina> "Creio que seja essa a resposta." Aproxima-se com os frascos em mãos, curvando o tronco respeitosamente em reverência aos presentes, entregando o frasco nas mãos de Adele; logo compartilhando a "análise" que havia planejado com antecedência.
 ** NPC: <Adele> "Oh ho, e cá está ela." Pega os frascos, se despede após prometer a análise e parte dali com Alvina. "Mais simples do que eu falei, não?" >
 <Alvina> "Sim, bem simples." Comentava, o olhar bastante triste. Não imaginava que sua vida mudaria tanto em tão pouco tempo.
 ** NPC: <Adele> "Ei, que foi?" Uma interrogação cobria o seu rosto. "Eu sei que fui um tanto bruta ali, mas era ser estuprada ou morta. Qual iria preferir?" >
 <Alvina> "Foi o choque." Responde, forçando o sorriso. "Sempre ouvi meus colegas escravos comentando sobre...e nunca imaginei que seria...tão horrível."
 ** NPC: <Adele> "Tem como ser pior." Coça o queixo, enquanto andava pela rua. "Se não quiser como é só não se aproximar de arenas ou de Beastos em hipótese alguma. Por algum motivo eles adoram elfiran, mas detestam svard... Você é um alvo vivo e móvel." >
 <Alvina> "Tentarei evitá-los..." Ria.
 ** NPC: <Adele> "Ou corte fora os bagos dele, você quem sabe." Esticava os braços, andando despreocupadamente. "Ah! Lembrei de algo legal: Jarros Jóias!"
 «!» - Fim de Sessão -

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