AVISO

A nova política de uso do Google me fodeu legal, agradeçam a ele quando virem o que aconteceu com os posts antigos.

Conto - Foxy Hell





Uma história que esqueci de postar aqui, que coisa.

Nossa história começa no topo de um morro, no Templo Modai. Três figuras eram vistas de longe: uma garota raposa, uma sacerdotisa jovem e um grande e perigoso oni. A sacerdotisa tinha por volta dos 27 anos e estava sendo violentada pelo oni, que a segurava pelos braços contra uma árvore, usando outro par de braços para levantar as pernas dela e facilitar a penetração. A raposa apenas ria, o que deixava a sacerdotisa mais irritada.

- Você me vendeu, por que!? Achei que éramos amigas, Kuro! - Grita a sacerdotisa.

- Amigas? - Ri Kuro, segurando um pergaminho ninja em uma das mãos e sua kodachi pequena na outra. - Eu só me aproximei de você pra conseguir isso aqui, e pra ter mais filhotes de Majins.

- Majins!? - A mulher grita com o apertão que o oni dá em seus braços e pernas, comandado pela diminuta raposa ninja.

- Sim, eles são bem úteis quando você consegue um Jutsu para controlá-los. São tão vazios e tapados que até mesmo um humano sem poderes poderia controlar eles caso consiga algo assim. - Mostra o pergaminho fechado. - Na verdade, preciso de mais Jutsus para controlar mais deles, pois esse ai que tá te comendo já me consumiu um e a outra coisa que tá rondando esse lugar consumiu outro. Agora sim vou pegar algum Majin bem legal, haha!

- Maldita egoísta! Você não vai sair desse templo, eu não vou permitir!

- Pfff, não vai o que, imbecil? Mikos só podem usar seus poderes se forem virgens, e você não é mais uma virgem, ahahahah!

O que Kuro falou era verdade, a mulher estava recebendo aquele “tratamento” havia uma hora. Quando uma Miko perde sua virgindade ela termina por perder o favor dos deuses, sendo abandonada ao mundo mortal sem poderes e sem honras. Era um ponto de vista cruel, mas verdadeiro. A raposa ria de se acabar, arqueando-se para a frente e segurando a barriga enquanto gargalhava. Ela só para quando escuta a voz do outro Majin que controlava.

- Senhora. - Diz o ser, ainda escondido na floresta. - Uma jovem garota se aproxima de vossa posição. Anseio em saber teu desejo em como proceder quanto a isso.

- Mantenha a posição e faça silêncio, eu cuido disso. - A raposa usa a lâmina de sua kodachi como um video-fone, podendo ver o rosto de seu subalterno com clareza. Logo, ela volta a falar com a sacerdotisa que está sendo violada. - Parece que alguma amiga sua está vindo ai, você marcou alguma visita, Helen?

- Meiko! - A sacerdotisa se desespera nesse momento, sua filha adotiva ia vê-la numa situação deplorável e provavelmente a odiaria por ser tão fraca; ou era isso o que ela achava. - Por favor, não deixe que ela me veja desse jeito, Kuro, eu te faço qualquer coisa!

- QUALQUER coisa? - A raposa abre um sorriso maligno, digno de algum demônio de alto nível.

- Sim, eu faço... - Helen se arrepende do que diz, e sente mais um jorro quente dentro de si, sentindo-se ainda mais enojada. - Mas não deixe que ela me veja assim...

- Claro, não deixarei que a veja sendo estuprada.

Com um estalar de dedos de Kuro, o oni larga as pernas de Helen e para de penetrá-la. Logo quando a mulher sente que não seria odiada pela garotinha que tinha adotado haviam poucos meses ela sente uma das pesadas mãos do Majin acertar seu estômago. Ela perde o fôlego, mas não tem tempo para pensar: o monstro inicia uma sequência de golpes destruidores no abdome da garota, que quebram ossos e orgãos com o peso de quase uma tonelada a cada soco. Helen vomita o que tinha comido e bebido mais cedo, depois sangue começa a deixar sua boca. O oni não se controla e começa a espancar-lhe também o busto e a face, apertando os antebraços até quebrar. A sacerdotisa está quase irreconhecível, mas ainda viva. Kuro faz um movimento de mão e o oni joga a garota para o meio do terreno do templo, sujando o chão com o sangue dela, enquanto esta se contorce de dor no chão.

- Me agradeça por não usar o Oni na Meiko, Helen. - Silva Kuro. - Você só foi um degrau para mim, nada mais.

O oni se molda num pergaminho do mesmo tamanho que Kuro segurava, mas com uma cor diferente. Finalmente, a garota chega, subindo os últimos degraus da escadaria do templo. Meiko é magra, muito magra, usa roupas que mostram bastante o corpo e faixas para proteger as genitálias e os mamilos; ela prefere uma maior liberdade de movimento e uma forma de atrair a atenção de inimigos sem pudor para tirar vantagem disso, mesmo ainda sendo uma aluna iniciante do estilo de luta Modai.

- Mamãe! - Meiko grita, correndo para o que ainda parecia ser Helen.

- Não, cof, não se aproxime... Meiko... - Helen tentava falar, mas sua garganta também fora atingida na sequência de golpes do oni. - Ela... Kuro...

- O-o que houve? - Meiko se ajoelha ao lado de Helen e suja suas bandagens de sangue, sem saber aonda tocar na mulher. - O que tem a Kuro? Onde ela está?

Kuro já havia desaparecido da área, mas deixara seu espião ali observando a dupla. A raposa ainda não tinha terminado com elas...


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