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A nova política de uso do Google me fodeu legal, agradeçam a ele quando virem o que aconteceu com os posts antigos.

[3D&T] Pontos de Riqueza e Fichas de Cidades


E voltamos com mais uma ideia boa. Uma não, duas: Pontos de Riqueza e Fichas de Cidades.

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Pontos de Riqueza funcionam como uma das utilidades de Pontos de Experiência: simular dinheiro e recursos que o personagem possuir.

A citar:
Utilidades da Experiência, página 1d+142
Tesouros. Pontos de Experiência podem ser trocados por dinheiro, porque de alguma forma representam tesouros que o personagem conquistou com suas vitórias. Cada PE pode ser “vendido” por 100 Moedas. O inverso não é permitido. Você não pode comprar Pontos de Experiência com dinheiro.
Coisinhas que peguei por aí. Pontos de Experiência podem representar itens e objetos diversos que os personagens conseguiram durante suas aventuras. Nestes casos, usamos a imaginação: a experiência recebida ao derrotar um dragão, por exemplo, pode vir na forma de escamas, presas, garras e outros itens valiosos e raros. Esses itens podem ser usados para fabricar poções e outros objetos mágicos.
Novas Magias. Além de atender a todos os outros requisitos necessários, um mago sempre deve pagar 1 PE para aprender uma nova magia.
Para que essa ideia funcione, você, mestre/narrador/diretor, terá de abolir o dinheiro e confiar apenas nos PR. No final de cada combate, sessão ou aventura, no que você iria presentear seus jogadores apenas com PEs e algum item mágico, pegue uma parcela desses PEs e os transforme em PRs. Personagens iniciais sempre começam com uma quantia em PRs estipulada de acordo com o valor em Moedas que o jogador gerar durante a criação: divida o valor total por 100 e arredonde para cima. A história do personagem pode acabar influenciando mais em PR do que o sistema monetário atual.

Karla é uma maga com 12 pontos que obteve fama ao trabalhar para o governo de Ediol e manter a cidade funcionando ao manejar os recursos de forma responsável e eficaz. Ela é muito honesta com tudo, inclusive quando seu namorado folgado lhe pede dinheiro e ela dá todos os motivos de que ele não deveria chegar perto de sequer uma moeda novamente. 

Sua ficha final possui F0 H3 R3 A1 PdF2, Humana, Magia Elemental, Elementalista (Terra), Boa Fama, Patrono, Especializações (Administração, Ciências, Golens), Código de Honra da Honestidade, Protegido Indefeso.

Rolando para saber seu dinheiro: Boa Fama, Patrono, Administração, Código de Honra da Honestidade. As rolagens são: 400 (inicial), +20 (Boa Fama), +500 (Patrono), +30 (Especialização), -20 (Honestidade), resultando em 930 Moedas, ou 10 PR.

Lembre-se de desconsiderar valores pequenos, como o dinheiro da taverna, aquela flor que o guerreiro comprou na floricultura para cantar a dona do lugar, a moedinha do mendigo e coisas do tipo, EXCETO se o personagem estiver completamente quebrado. Neste caso, ele não vai ter nem como pagar por uma refeição decente.

Fichas de Cidades foi algo que me veio já a algum tempo e fiquei curioso em fazer. A ideia se perdeu por causa dos vários afazeres que me comeram grande parte do tempo disponível que eu tinha, por isso que só agora deu pra testar isso tudo. Alguém pode vir perguntar "mas como uma cidade pode ter uma ficha"? A resposta mais comum que alguns "veteranos" diriam é "isso é 3D&T, foda-se", mas eu tenho uma resposta melhor: é possível e divertido.

Primeiro de tudo, vamos ter de mudar as Características (como fiz com a ficha da R-13A Cerberus):
Força passa a ser o Tamanho da cidade.
Habilidade passa a ser o nível ou quantidade de Profissionais que a cidade possui.
Resistência passa a ser a População, tanto em quantidade como em saúde. Caso R seja maior que F, a ocorrência de favelas será algo comum, e também pode apontar uma cidade muito populosa e perigosa.
Armadura passa a ser o nível de proteção que as Muralhas concedem. Caso a cidade não tenha muralhas, A será considerada como 0.
Poder de Fogo passa a ser o nível e a quantidade de tropas Militares que a cidade possui.
Pontos de Vida seriam manejados da mesma forma, como Durabilidade: caso cheguem a 0, a cidade seria completamente destruída.
Pontos de Magia são a representação das reservas de Alimento da cidade. Fazendas próprias e transações comerciais são a forma mais conhecida de se obter mais alimento.

Cidades normalmente estão na escala Sugoi, mas se não quiser trabalhar com escalas apenas multiplique os PVs por 10.

Comprar uma cidade não é algo tão barato: multiplique a pontuação da cidade por 1000. No exemplo a seguir, temos a cidade de Ediol, lar de Karla, e que também vai explicar algumas coisas sobre cidades com Vantagens.

PRs podem ser investidos em cidades para melhorar e aprimorar o modo de vida do lugar, ou tirá-la da vala momentaneamente; porém, cada ponto de Característica ou Vantagem custará 20, não 10 PRs.

Ediol é uma cidade relativamente antiga; já fazem 122 anos desde sua criação.No decorrer deste tempo Ediol passou por várias guerras e teve vários prefeitos, e todos esses eventos foram benéficos para os cofres públicos. A principal preocupação do prefeito atual é a de manter um exército ativo 24 horas por dia, pagando uma boa soma para os soldados que cumprem bem o seu trabalho. Ediol também foi fortificada com feitiços especiais que aumentam a durabilidade de suas casas e muralhas, dificultando o trabalho de invasores e de pedreiros que são chamados pra fazer um puxadinho; dizem que um dragão foi usado como componente para esses feitiços.

Ediol (22S) possui F4 H3 R4 A3 PdF5, PV 30 PM 20, Riqueza, Pontos de Vida Extra, Boa Fama.


É isso. Faltou testar um pouco mais na parte das cidades, mas acho que deve funcionar sem muitos problemas. Qualquer sugestão, dúvida ou reclamação, deixe nos comentários!

5 comentários:

  1. Interesante - a única cidade que eu já fiz com ficha foi por que ela era um construto móvel - quiçà podendo ser usada também em batalha.

    Muito boa essa matéria ^^

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  2. CARACA MALUCO! Muito foda! tanto os Pontos de Recurso quanto a Ficha da Cidade O.O
    Só uma perguntinha: Como fica a vantagem Riqueza nesse caso?

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    Respostas
    1. Ai ferra tudo, como sempre. ^^

      O mais indicado é não deixar jogadores terem essa Vantagem, mas caso tenha o pessoal ou segue o Bom Senso e evita de comprar coisas muito caras (como a Capital de um reino) ou chutam o balde e fodem com o jogo do mestre (nunca é aconselhável fazer isso).

      Por mim, eu deixaria o cara comprar umas coisas aqui e outras ali, mas algo bem ruim iria acontecer com a fonte de Riqueza e a Vantagem se perderia.

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